Facebook inicia oferta pública a 38 dólares por ação

Facebook anunciou hoje o valor da sua oferta inicial de ações, entrando oficialmente na bolsa de valores. Cada ação vai ser vendida por US$ 38 sob o símbolo “FB” e esse valor por ação deve levantar estimados US$ 16 bilhões, o que deixa a rede social valorizada em 104 bilhões de dólares. Ao todo o Facebook vai oferecer mais de 412,2 milhões de ações classe A nessa sexta-feira (18), com outras 82 milhões sendo adicionadas na próxima quarta-feira (23).

Com esse valor, o Facebook também torna a sua oferta inicial de ações a maior da história para uma empresa ligada à web. O recorde anterior era do Google, que estreou na bolsa em 2004 e foi avaliado na época em 23 bilhões de dólares.

Para quem escolher investir na empresa e comprar ações, os analistas sugerem que elas vão se valorizar em 40% inicialmente. Para comemorar a entrada do Facebook na bolsa Nasdaq, o CEO da rede social, Mark Zuckerberg, vai soar o gongo que dá inicio à oferta de ações na manhã dessa sexta-feira.

Vagas abertas no Brasil

Desde agosto o Facebook já tem um escritório no Brasil e parece que eles estão se expandido: a rede social está contratando em oito áreas diferentes, desde contabilidade e vendas a recrutamento de pessoal. Nessas áreas, o Facebook procura profissionais para gerenciamento de contas, analista de tendências, soluções de mídias e vários outros. Saiba mais detalhes das vagas no Facebook.

Vale ressaltar um detalhe: quando estava escrevendo essa pauta, baseada nesse post do blog do Estadão, haviam 12 vagas disponíveis. Conferi novamente o link antes de publicar o post e percebi que agora tem 11. Então corre que as vagas estão sumindo mais rápido do que pão quente.

Google Drive chega na próxima semana com 5 GB

Serviço sincronizará dados com Windows, Mac OS X, Android e iOS.

O Google Drive, lendário serviço de armazenamento e sincronização de arquivos na nuvem esperado há anos, será lançado na próxima semana com 5 GB de espaço gratuito e aplicativo para as principais plataformas de acordo o blog europeu The Next Web, que obteve acesso a um documento interno de um dos parceiros do Google.

 Todos terão espaço inicial de 5 GB, um ponto positivo em relação ao Dropbox, que oferece 2 GB no plano gratuito. Entretanto, os usuários que guardam muitas informações — e possuem velocidade de upload decente para enviar os arquivos — deverão obrigatoriamente pagar uma taxa para obter mais espaço. Felizmente, com os preços atuais praticados no Google Docs e Gmail é possível obter 20 GB de armazenamento adicional por apenas US$ 5 ao ano.

Como divulgado em novembro do ano passado pelo Gemind, o Drive foi ao longo do tempo integrado ao Docs, serviço que já permite o envio de arquivos de qualquer tipo, e não apenas textos ou planilhas. A principal diferença será a inclusão de um aplicativo, disponível para Windows, Mac OS X, Android e iOS. A sincronização de arquivos será feita “por meio de pastas”, mas não há maiores detalhes de como será realizada a integração nos vários sistemas.

Apesar da informação do Google Drive ser lançado na próxima semana ser bastante sólida, ainda não há nenhuma confirmação de datas. De acordo com a fonte, considerando a forma como as grandes empresas de tecnologia trabalham, é muito provável que o serviço seja liberado na terça ou quarta-feira.

Fonte: The Next Web

Google Maps te ajuda a sobreviver ao iminente apocalipse zumbi

Nós maníacos mais informados e antenados sabemos que o fim esta próximo. Não sabe ainda com certeza se o planeta será obliterado por completo ao colidir com outro corpo no espaço, ou se será o efeito estufo, dilúvio, explosão nuclear, peste, invasão alienígena, etc. O fato é que apesar das incontáveis formas que o mundo tem de acabar, o mundo adota uma escolha como moda. Na década de 30 eram os monstros, na de 50 guerras nucleares, década de 70 pra frente eram os alienígenas e agora a moda é o apocalipse Zumbi.

O Google como empresa marota que é, e  que tem funcionários bem nerds, bem antenados, que sempre fazem ações divertidas e que lhe geram muita visibilidade.

Como uma pessoa que habita esse perigoso mundo de evoluções científicas e tecnológicas constantes, eu sonho ansiosamente tenho medo de qualquer dia me ver em meio a uma epidemia de um retrovírus que faz pessoas virarem zumbis comedoras de cérebros. Caso isso aconteça, seria o dia mais feliz da minha vida aqueles que permanecerem sem serem infectados podem contar agora com a ajuda de um site criado com a API do Google Maps para sobreviver e dar continuidade à raça humana. Conheçam o Zombie Survival Map.

A ideia do site, criado pela empresa Doejo, é listar itens que são essenciais à sobrevivência. Ele mostra de acordo com a sua localização, onde estão, por exemplo, os hospitais, os supermercados e até (no caso dos EUA) lojas de munição mais próximas, o que te garante vantagem sobre os pobres caçadores de cérebros. E bônus: ele funciona em dispositivos móveis também.

As áreas em vermelho são lugares onde existem altas chances de infestação zumbi, já que há uma concentração de pessoas. As áreas cinzas são parques ou áreas com florestas, onde os mortos-vivos podem não aparecer com tanta frequência. Também estão listados postos, torres de transmissão, shoppings e outros itens uteis durante esse tipo de desastre. Como você pode ver na imagem acima, o Tecnocenter está cercado de bons hospitais e existe até uma área cinza nas redondezas que podem servir de sede provisória para o nosso trabalho durante o desastre.

Você só precisa torcer para que a internet continue funcionando, a energia elétrica permaneça fluindo e os satélites de GPS não tenham saído de órbita. Caso esses três itens permaneçam não-afetados, as chances de você sair intacto a um apocalipse zumbi com a ajuda desse site são bem altas. Se eles falharem, sebo nas canelas e protocolo Bluehand na mão.

Fonte: Wired

Instagram para Android está liberado!

Instagram para Android. Antes não tinha… agora tem!

A espera dos usuários de Android pelo aplicativo de câmera+rede social Instagram acabou: hoje, a empresa liberou o download de sua pérola — que já conta com mais de 25 milhões de usuários apenas no iOS — no Google Play. Você pode baixá-lo agora, gratuitamente, clicando neste link.

Depois de um bom tempo de expectativa e algumas informações rasas para os usuários, finalmente o aplicativo de fotos mais popular do iOS chega ao Android. Nós já sabíamos que ele estava chegando: além do aviso da empresa de que ele realmente já estava quase pronto, umapágina exclusiva para usuário de Androids já estava no ar faz algumas semanas.

 

Segundo o pessoal do próprio Instagram em seu blog:

Nós trabalhamos incansavelmente para fazer este aplicativo para Android ser uma experiência móvel de primeira classe no compartilhamento de fotos. Nós fomos meticulosos na hora de traduzir a experiência do Instagram para a plataforma Android. O app para Android oferece uma experiência muito familiar se comparada ao do iOS. Você encontrará exatamente os mesmos filtros e a mesma comunidade de usuários de nossa versão para iOS.

O aplicativo é compatível com aparelhos rodando versões do Android da 2.2 para frente e requer OpenGL ES 2. Em nosso primeiro contato, ele parece ter todas as habilidades da versão para iOS (incluindo compartilhamento com Facebook, Twitter, Tumblr e Foursquare), além de todos os filtros. Testaremos o aplicativo nas próximas horas e contaremos os detalhes do que a versão robótica do Instagram traz de diferente. Enquanto isso, visite a lojinha do Google e conte para nós suas primeiras impressões do app.

Fonte: Gizmodo

Após carta do Google, Ecad culpa “erro operacional” e retira cobrança de blogs

No terceiro capítulo da saga do Ecad contra blogs que incorporaram vídeos do YouTube e receberam cobranças de mais de R$300 por isso, o órgão que arrecada dinheiro por execução de músicas admitiu ter pisado na bola e avisou que retirará as cobranças. Parece que a posição do Google deixou o Ecad numa situação constrangedora.

A notícia de que o Ecad notificou dois blogs por simplesmente incorporarem vídeos do YouTube, revelada pelo O Globo, causou revolta. E nós destrinchamos o que é e o que realmente faz o Ecad— um órgão que se apoia em uma lei desatualizada à internet, que não é fiscalizado e que enfrenta duas CPIs. Se a pressão em cima do Ecad aumentou muito nos últimos dias, o posicionamento do Google, deixando claro que a cobrança da entidade foi indevida, foi a pá de cal nos argumentos do órgão. Assim, o Ecad emitiu a seguinte nota na noite de ontem (sugerimos a leitura com a seguinte trilha sonora):

O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição – Ecad, tendo em vista a manifestação do Google Brasil/Youtube, vem a público esclarecer que:

1 – O Ecad nunca teve a intenção de cercear a liberdade na internet, reconhecidamente um espaço voltado à informação, à difusão de músicas e demais obras criativas e à propagação de ideias. A instituição também não possui estratégia de cobrança de direitos autorais voltada a vídeos embedados. Explica que, desde 29 de fevereiro, as cobranças de webcasting estavam sendo reavaliadas e que o caso noticiado nos últimos dias ocorreu antes disso. Mesmo assim, decorreu de um erro de interpretação operacional, que representa fato isolado no universo do segmento. Em 2011, foram distribuídos 2,6 milhões de reais a 21.156 compositores, músicos, artistas, produtores de fonogramas e editoras musicais.

2 – Há cerca de dois anos, Ecad e Google mantém firmada uma carta de intenções que norteia o relacionamento entre as organizações. No documento está definido que é possível o Ecad fazer a cobrança das músicas provenientes de vídeos embedados desde que haja notificação prévia ao Google/Youtube. Como o Ecad não enviou tal notificação, fica claro que este não é o objetivo do escritório. Se fosse, a necessária notificação prevista na carta de intenções teria sido providenciada.

3 – Reafirmamos que a principal diretriz do Ecad é o reconhecimento e a difusão da música brasileira através da representação dos milhares de titulares de direitos associados às nove associações de gestão coletiva musical que representamos.

Em miúdos: o Ecad admite que não tem estratégia de cobrança de direitos autorais em vídeos publicados via YouTube — e esperamos que nunca tenha — e que um “erro de interpretação operacional” causou o que eles chamam de “fato isolado”.  Desde 29 de fevereiro o Ecad está reavaliando novas formas de cobrar o “webcasting” — nome criado pela associação para transmissão de conteúdo pela internet. O que queremos saber agora é: como será esse novo método? O que eles consideração “difusão” da música brasileira na internet? Estaremos de olho, Ecad.

Fonte: Gizmodo

Em breve o Google deverá lançar óculos com android

Já pensou ter informações sobre as coisas que você esta vendo, em tempo real? Tudo isso projetado no seu óculo!

Sim, eu estou falando de algo semelhante ao Exterminador do Futuro e do Robocop.

Segundo o site do New York Times, o Google está desenvolvendo uma espécie de óculos inteligente, que será capaz de transmitir informações de dispositivos móveis ou da internet diretamente para o globo ocular, em tempo real.

Google pode lançar óculos que exibe informações na tela, no estilo "Robocop" (Foto: Reprodução)Google pode lançar óculos que exibem informações na tela, no estilo “RoboCop” (Foto: Reprodução)

De acordo com vários funcionários anônimos do Google que estão próximos ao projeto, os óculos estão em desenvolvimento e estarão disponíveis no mercado até o final de 2012. As fontes afirmam que o produto foi concebido para custar algo próximo do valor médio dos smartphones mais avançados do mercado, ou seja, entre US$ 250 e US$ 600.

As fontes também informam que os óculos inteligentes do Google serão compatíveis com o sistema operacional Android, e basicamente vão atuar como pequenas telas projetoras, posicionadas a poucos centímetros do olho do usuário. O acessório também vai contar com uma conexão de dados 3G ou 4G, vários sensores de movimento, e conectividade GPS. Como era de se esperar, o Google se recusou a comentar qualquer informação sobre o projeto.

Os rumores do óculos inteligente do Google surgiram pela primeira vez em dezembro, quando Seth Weintraub, editor do blog 9 to 5 Google falou sobre o projeto pela primeira vez. Posteriormente, Seth descobriu mais detalhes sobre o produto, e nesse mês de fevereiro, ele afirmou que os óculos eram parecidos com modelos da Oakley. Weintraub também afirmou que o produto possui um sistema de navegação único, onde o usuário poderia navegar facilmente pelos menus de sua interface com simples movimentos de cabeça.

Os óculos também possuem uma câmera de baixa resolução integrada, para captar os objetos, pessoas e prédios em tempo real, e exibir as informações registradas sobre cada rua, praça, edifício e amigos que encontramos pelo caminho. As fontes de dentro do Google alertam que os óculos não foram projetados para serem usados constantemente, embora acreditem que os usuários mais “nerds” vão utilizar o dispositivo de forma constante. Mas a ideia é que o produto tenha um perfil de uso semelhante a um smartphone, ou seja, quando necessário.

Uma das principais pessoas envolvidas com o projeto é Steve Lee, o engenheiro do Google responsável pelo Latitude. Como resultado do seu envolvimento com o software de localização, ele é peça fundamental para o desenvolvimento da primeira versão comercial do óculos. Outro que esta liderando o projeto é Sergey Brin, co-fundador do Google, que segundo as fontes do NYT, está passando a maior parte do seu tempo no Google X Labs, um laboratório secreto próximo do campus principal do Google.

Fonte: TechTudo

Viaje pela galáxia de Star Wars em seu Google Maps

Cenários dos filmes podem ser visitados pelo serviço da Google.

(Fonte da imagem: Könczöl Gábor)

Com o retorno da série Star Wars ao cinema, muita gente voltou a ficar curiosa com alguns detalhes de uma das principais obras de ficção-científica no cinema. Um desses pontos que pouca gente sabe é exatamente que muitas das locações utilizadas nas gravações dos longas-metragens são reais e não criadas em estúdio ou em computação gráfica.

As cenas gravadas no planeta Tatooine são um exemplo disso — embora não seja um local situado em uma galáxia muito distante. Você pode visitar o lugar onde Anakin Skywalker nasceu com uma simples viagem para a Tunísia. A casa em que Luke Skywalker passou boa parte de sua vida também pode ser conhecida, pois se transformou em um hotel para que os fãs possam se sentir como um verdadeiro herói do universo.

Porém, se o dinheiro estiver curto e você quiser dar um passeio pelos sets de filmagem da franquia, pode olhá-los pelo próprio Google Maps a partir das coordenadas listadas abaixo.

  • Tatooine: 32.788361,10.514989
  • Casa de Anakin Skywalker em Episódio I: 33.347272,10.492051
  • Casa de Obi-Wan em Episódio IV: 33.740833,10.734951
  • Casa de Cliegg Lars nos Episódios II e III: 33.842921,7.779071
  • Interior da casa de Clieg Lars: 33.54253,9.967341
  • Cidade de Mos Espa: 33.994296,7.842677
  • Local aonde Darth Maul chega em Tatooine: 34.015353,7.911444
  • Local da batalha de Obi-Wan com o Povo da Areia: 34.033572,8.281771
Fonte: Tecmundo

Google lança Chrome 17 com melhorias de segurança e velocidade

O Google lançou nessa quarta-feira (8) mais uma versão do navegador da empresa. Além das correções de bugs, melhorias e estabilidade, o Chrome 17 traz um novo recurso de segurança e carrega páginas ainda mais rápido. Para forçar a atualização, acesse o menu do navegador e clique em “Sobre o Google Chrome”.

Chrome 17 (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Google Chrome 17 (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Após instalado, os usuários mais atentos devem notar que o botão usado para abrir uma nova guia perdeu o sinal de “+”. Não se trata de um bug, mas sim da única mudança visual que o navegador trouxe nesta versão. Para compensar a falta de novidades na interface, o Chrome ganhou um novo recurso que promete uma navegação ainda mais rápida.

Essa novidade, chamada de pré-renderização de páginas, faz com que o Chrome comece a processar as páginas em segundo plano a partir do momento que o usuário começa a digitar na omnibox, a barra de endereços do navegador. O recurso também funciona em pesquisas do Google, onde os resultados mais relevantes são pré-carregados automaticamente.

Outra novidade do Chrome 17 é a verificação de segurança de downloads executáveis (arquivos *.exe e *.msi). Se o arquivo transferido não estiver em uma lista de aplicativos considerados seguros, o Chrome faz uma busca no Google para obter mais informações – como, por exemplo, se o servidor é conhecido por hospedar malwares – e determinar se o arquivo é seguro ou potencialmente perigoso.

Se você já possui o Chrome instalado, basta aguardar até que o navegador seja atualizado automaticamente – ou forçar a instalação seguindo a dica acima. O download, disponível para Windows, Linux e Mac OS X, pode ser feito no TechTudo.

Fonte: Lifehacker

Explicando as redes sociais no Brasil

Simplesmente sensacional esse infográfico que o Fabio Rex fez pro pessoal do UoD baseado numa imagem que tá rolando a web inteira (essa aqui).

Dá uma olhada e fala se não é tudo verdade 😉

Fonte: YouPix

Os números do Facebook na publicidade mundial

Até o fim deste ano, a rede de Zuckerberg deve concentrar 28% dos investimentos em anúncios online

Mark Zuckerberg, do Facebook

Facebook deve ter maior IPO de uma empresa de tecnologia da história

O Facebook deu entrada nesta quarta-feira no que deve ser a maior oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) de uma empresa de tecnologia da história.

No documento, entregue à Securities and Exchange Commission (SEC), órgão regulador do mercado financeiro americano, a rede de Zuckerberg divulga informações que não só comprovam o tamanho da estreia, como também demonstram que o site vem se tornando menos dependente de publicidade.

De 2010 para 2011, a empresa teve uma queda de 16% na receita proveniente de anúncios. Por outro lado, registrou 557 mil dólares em “Facebook Payments”, ou seja, uma espécie de moeda virtual cobrada dos desenvolvedores de games da rede, além de outras taxas.

Os aplicativos e games criados pela Zynga, por exemplo, foram responsáveis por 12% da receita da rede social no ano passado. O Facebook tem uma participação de 30% nas transações financeiras feitas nos produtos da empresa.

Veja alguns números:

83% da receita total do Facebook vem de publicidade

Essa fatia representa 3,15 bilhões de dólares

No início de 2010, 99% da receita do site era proveniente de publicidade

12% da receita do ano passado veio de games e aplicativos produzidos pela Zynga

O Netflix gastou 3,9 milhões de dólares anunciando na rede em 2011

1 bilhão de dólares foi o lucro líquido do site em 2011

A rede tem hoje 845 milhões de usuários ativos

A cada 24 horas, 250 milhões de fotos são postadas

Diariamente, são 2,7 bilhões de likes e comentários

28 milhões de dólares foi o valor gasto pelo Facebook com publicidade em 2011

O site concentra hoje 17,7% da receita de publicidade online, mais do que Google (9,3%), Yahoo (13,1%) e Microsoft (4,9%)

Até o fim do ano, essa fatia subirá para 28%

Em dezembro, o site deve concentrar 1/6 da receita publicitária dos Estados Unidos

Fonte: EXAME

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