Cerveja Guinness ativa código 2D em copo

Criado pela agência BBDO New York, o “Guinness QR Cup” foi um uso criativo e eficaz do código 2D para a campanha da Cerveja Guinness. Com objetivo de tornar a marca mais relevante e gerar buzz em bares, códigos foram colocados em copos, porém só eram ativados com a cerveja Guinness.

Os copos foram distribuídos em diversos bares, e só era possível ver o código se o copo fosse enchido com a cerveja preta da marca. O código desaparecia com o copo vazio, e com cervejas normais amarelas não funcionavam. Assim o conjunto (copo e cerveja) proporcionou uma experiência dinâmica de conteúdo e mídia digital.

Ao digitalizar o código com um smartphone, o usuário teria acesso a cupons e conteúdo da marca, check in no Foursquare, promoções, além de atualizações no Twitter e no Facebook.

Posteres minimalistas dos filmes de Alfred Hitchcock

Miopia de marketing (ou cegueira mesmo)

Frequentemente nos deparamos com erros inacreditáveis nas nossas empresas. Empresas renomadas com reputação acima da média também recorrem nos mesmos equívocos. Atualmente qualquer erro é repercutido com a velocidade de um piscar de olhos e com a força multiplicadora de todos os consumidores e olhos atentos ao mercado.

Vejam este vídeo que mostra bem que tudo que chega não é pra ficar, ou seria o contrário?

Comportamento do consumidor

Muito teoriza-se sobre os aspectos do comportamento do consumidor. Será que é possível teorizar sobre comportamento humano? Claro que, em regra, qualquer modelo baseia-se em estímulo-resposta e como que cada indivíduo direciona suas atitudes.

Se é verdade que cada indivíduo tem suas características, é bem verdade que cada um pode mudar suas perspectivas a todo momento. Fundamental então entender o quão influenciáveis são as pessoas por conta da cultura na qual vivem.
Vamos pensar: quantas vezes já mudamos de opinião? Quantas vezes já deixamos de decidir? Como uma empresa pode controlar esse tipo de especificidade?
Hoje é mais complexo ainda, tendo em vista que nosso relacionamento com o mundo é multi-facetado e diversificado. A empresa que estiver inserida neste contexto talvez tenha mais êxito.

Gosto desta fala de Philip Kotler, com relação a estratégia do Oceano Azul, instigando o espectador para sua leitura.

10 comerciais antigos de videogame #EpicPost

Tava lendo o DISCORRA.COM como faço todos os dias e achei esse post que me fez ter uma overdose de nostalgia. Trata-se de 10 propagandas antigas de videogame

Super Nintendo

Atari XE Game System

Atari 2600

Vectrex Console

Atari Lynx

Intellivision Video Game System

 

Magnavox Odyssey

 

Panasonic 3DO Video Game System

 

Sega Saturn Game System

 

Sega Master

Na era da internet, boca a boca ainda é melhor propaganda

Publicitários – atentai!

Pesquisa mostra que consumidor desconfia de anúncios enviados por SMS ou de banners veiculados em sites. verdade? nem desconfiava (por mim mesmo).

Fonte: Estadão – 23 de abril de 2012 | 3h 07

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A empresa de pesquisas Nielsen fez um estudo mundial para descobrir em quais meios de comunicação a publicidade é mais ou menos confiável. Dezenove veículos – do tradicional boca a boca ao anúncio via mensagem de celular, incluindo propaganda em jornal, em revistas, em TV ou em banners de internet e filmes no YouTube – foram analisados. No topo da lista não há muita novidade. A recomendação de pessoas conhecidas, a opinião de consumidores publicadas online e o conteúdo editorial em artigos jornalísticos foram os meios que tiveram maior aprovação, em termos de confiança. A surpresa está nas últimas posições do ranking.

A campeã de rejeição é a propaganda com imagem via mensagem de celular: 71% das 28 mil pessoas de 56 países que responderam à pesquisa disseram não ter nenhuma confiança a esse tipo de propaganda. A mensagem por celular só com texto vem em seguida, com 67% de rejeição. O mesmo porcentual têm os banners em sites de internet. Anúncios em redes sociais e vídeos de propaganda online ficaram, ambos, com 64% de desconfiança.

“Para o consumidor, esse tipo de propaganda é invasiva e por isso ele não gosta e, se não gosta, não acredita”, explica Claudio Czarnobai, analista de mercado da Nielsen.

Rápido e fácil. Para deixar de ser invasiva, a propaganda precisa focar em conteúdo de informação, diz Allan Barros, sócio da Fischer & Friends. “O mercado ainda não está preparado para trabalhar centrado na informação. Ainda é focado na plataforma. E, para o consumidor, tudo que vem muito rápido e fácil, como um banner de internet, gera desconfiança”, explica.

Especialistas da Harvard Business School foram mais fundo no assunto e usaram um aparelho que escaneava com infravermelho a direção do olhar de consumidores enquanto viam anúncios de internet. Descobriram que quanto maior o logo do produto ou da empresa no anúncio, mais rápido a pessoa desviava o olhar dele.

“O consumidor tolera cada vez menos a interrupção”, afirma Marcelo Tripoli, presidente da agência iThink. “O grande pulo do gato para a propaganda é atrair atenção para um anúncio oferecendo conteúdo de interesse”, acrescenta.

No ranking da Nielsen, a recomendação de pessoas conhecidas é confiável para 92% dos pesquisados. Esse porcentual foi o que mais cresceu em relação a 2007, ano da primeira versão do estudo, com avanço de 18%. “Isso acontece porque, por meio das redes sociais, as pessoas estão mais conectadas”, afirma Czarnobai. “Antes, elas pediam opinião de amigos para comprar bens como uma casa ou um carro. Hoje, com as redes, pedem ajuda até para comprar achocolatado”, acrescenta Tripoli.

O desafio da propaganda, segundo ele, é fazer com que um produto, uma marca ou um anúncio gere assuntos interessantes para o consumidor, que consequentemente irá comentar sobre o tema. “Há um século, o Guia Michelin fez isso. O fabricante de pneus resolveu fazer um guia mostrando lugares para conhecer na França. Mas a intenção era fazer com que o consumidor saísse de casa de carro e gastasse pneu.” /L.C.

Quando eu crescer quero trabalhar em agência de propaganda

Vídeo indicado pela Rafaela Oliveira

Pepsi faz 500 mil fãs e “Para Nossa Alegria” libera música

Nova canção já acumula mais de mil compartilhamentos em poucas horas.

Pepsi chegou hoje aos 500 mil fãs prometidos para que o “Para Nossa Alegria” lançasse uma nova música.  A nova canção do trio foi divulgada na página do refrigerante no Facebook, e até o momento, já acumula mais de mil “likes” e compartilhamentos.

No último dia 4, a marca fechou uma parceria com a família que aparece no hit que tomou conta da internet em março, lançando um desafio: se chegasse a 500 mil fãs no Facebook, os três divulgariam uma nova música.

 “Apostamos em estratégias diferentes e irreverentes para divertir o consumidor, por isso a parceria com o trio” afirma Luciana Fortuna, diretora de marketing da PepsiCo.

No anúncio, Jefferson Barbosa, líder do grupo, explicava que “um artista precisa sempre se reinventar”. O post com o vídeo teve mais de 22 mil likes, 2.600 comentários e 11 mil compartilhamentos até o dia 13 de abril.

Nove dias após o início da ação, a meta foi atingida.

A nova canção é uma composição própria da família e vai ser lançada junto com o CD do trio.

A ação foi criada pela agência Riot.

Fonte: Exame

Anúncio da TNT já é o segundo mais compartilhado de todos os tempos

O ótimo vídeo criado para promover o TNT Drama já é o segundo mais compartilhado de todos os tempos, perdendo apenas para o épico anuncio da VW veiculado no Super Bowl 2011  “A Força“.

David Waterhouse, diretor de conteúdo da Unruly, diz o anúncio TNT – chamado de “A surpresa dramática em uma rua tranqüila” – pode muito bem ultrapassar “A Força” em breve já que um em cada sete pessoas que viram “Surpresa” compartilhou contra um em cada 12 para “A Força”.

O anúncio TNT, caracterizado acima, se passa em uma “pequena cidade na Bélgica” em uma “praça onde nada acontece“.Foi colocado um grande botão vermelho lá convidando os transeuntes: “Aperte para um drama “.

O anúncio, que apareceu no YouTube em 11 de abril, agora é de até 21,5 milhões de visualizações.

Fonte: Mashable

Duas novas publicidades de camisinha Durex. Vulgares?

Visando atingir o público jovem essas campanhas engraçadíssimas de gosto duvidoso estão dando o que falar nazoropa na Europa.

Não é mamilo, mas o assunto é polêmico né?!

O que vocês acharam? Vocês colocariam esses trabalhos em seu portfólio?

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