Infográfico: Geração C – “connected collective”

Um infográfico sobre o perfil da Geração C – Conectada, Colaborativa e de Conteúdo. Quem são, afinal, estes nativos digitais? A Geração C (letra que vem de “Connected Collective”) não é composta por um grupo que nasceu em determinada década. Essas pessoas podem ter entre 9 ou 39 anos. O que elas tem em comum é a importância das mídias sociais em sua vida!

Fonte: Gaia Creative

Quer arrumar uma namorada gamer? Jogue online!!!

Pesquisa comprova que é mais fácil encontrar um par e jogando online que em páginas de relacionamento.

A Online University explica que, enquanto você está jogando, áreas do cérebro são ativadas para liberar dopamina, o neurotransmissor responsável pelas sensações de prazer e motivação – sem contar que a velocidade do senso de decisão aumenta em 25%. “O que isso significa? Gamers se sentem melhor e agem mais rápido. Não há como eles fugirem das garotas”, conclui o estudo.

Um infográfico produzido pela Online University mostra bem esse quadro. A informação é clara: está mais fácil se envolver com alguém nas salas de games online do que em páginas de relacionamento. Isso porque em sites de jogos, como o do World of Warcraft, 12 milhões de pessoas estão inscritas, contra apenas 1 milhão de redes de namoro virtual. Além disso, a média de idade dos gamers é de 32 anos, enquanto o dos cadastrados em sites de namoro é de 48.

Quem quer comprar tablets no Brasil?

Dados trazidos pela Navegg mostram qual é o perfil dos donos de tablets no país.

Perfis Digigráficos – Uma nova maneira de classificar o consumidor

Perfis Digigráficos, foi como a agência DM9 denominou uma nova classificação de consumidores criados nessa era digital. Segundo a agência, a divisão “tradicional”, que se baseia em informações variadas (como dados demográficos, por exemplo), já não basta, pois a tecnologia mudou o mundo.
Após um estudo que foi feito com pessoas entre 8 e 60 anos, foram identificados cinco perfis, que mostram os consumidores em relação ao uso da tecnologia, e como ela impacta a sua realidade. Veja no vídeo:

Os 5 Perfis são:

Os Emparelhados (link do vídeo)
Os Fascinados (link do vídeo)
Os Imersos (link do vídeo)
Os Ferramentados (link do vídeo)
Os Evoluídos (link do vídeo)

Essa pesquisa se mostra bem interessante, já que vivemos em um momento único, num mundo onde as fronteiras estão cada vez mais indefinidas e a mobilidade social tem aumentado, talvez seja a hora de buscar entender o consumidor de acordo com o seu comportamento, a sua interação e a sua compreensão do mundo, e não apenas classificando-o através de medidas antigas e que representam uma realidade que já não mais nos pertence.

A qual Perfil Digigráfico você pertence?

 

Fonte: DM9DBB

O melhor de “Luiza está no Canadá”

Toda a internet já aderiu a um novo meme… menos a Luiza, que está no Canadá. Seja lá quem for Luiza, ela já é a moça mais excluída e lembrada da internet. Só porque ela tá lá na gringa…

Se você não pegou o espírito da brincadeira, assista ao vídeo abaixo, de uma propaganda de uma construtora. O cara que tá falando é o Gerardo Rabello, um famoso colunista social na Paraíba.

Há quem suspeite que a informação não tão necessária de que a Luiza está no Canadá foi colocada de propósito pra viralizar. Só que a Luiza realmente é filha do cara e ela tá mesmo no Canadá.

Em entrevista ao portal NE10/Paraíba, Gerardo disse que os produtores do comercial colocaram a frase foi colocada porque a família Rabello é bem conhecida na Paraíba e as pessoas iriam notar a ausência da guria.

Propositalmente ou não ,a bagaça viralizou e o meme tá sendo usado por todo mundo, menos pela Luiza, que ainda não está no Canadá. Até o Lenine, quando foi fazer um show na Paraíba aproveitou pra dar uma trolladinha.

TWITTER

A menos que tenha acontecido uma explosão de polêmicas com Luizas, apenas esse meme explica o fato de 18.000 tuítes com Luiza na última semana. Estudos apontam que algumas dessas tuitadas foram muito boas:

  • @joycelular: todos saiam do camarote, menos a Luiza, que está com abadá
  • @karanmelo: Todos compram nas Casas Bahia, menos Luisa que está comprando no Magazine Luiza #ad
  • @ocriador: O bom filho à casa torna. Menos a Luiza, que está no Canadá.
  • @AlexisDemarchi: ENCONTRE A LUIZA ☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺
    ☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺ ISSO MESMO NAO ENCONTROU POIS ELA ESTA NO CANADÁ
  • @ulelo: Vocês aí e a Luiza no Canadá.
  • @tchulimtchulim: E daqui 20 anos nossos filhos vão contar uma lenda urbana da Luíza que foi estuprada no Canadá e só de raiva matou um Yorkshire e se matou.
  • @ocriador: Aos Meus olhos, todos os Meus filhos são iguais. Menos a Luiza, que está no Canadá.
  • @crisdias: O mundo precisa de mais amor e menos Luiza, que está no Canadá.
  • @oclebermachado: BOMBA: Elenco do Flamengo viajará para a Bolívia completo, menos Alex Silva e Luiza, que está no Canadá.
  • @mah_lobo: a gente podia ta roubando, podia ta matando, mas estamos aqui… menos luíza que está no canadá.
  • @mirandanilo: estamos aqui no Canadá, menos a Lui… LUIZA VOCÊ POR AQUI


TUMBLR
Não, o tumblr também não escapou da brincadeira. Já existe o agregador de piadas Luízisticas.


FACEBOOK

Lá no Caralivro também já criaram um evento muito simpático, no qual alguns amiguinhos da Luiza (mais de 5.000) irão recepcioná-la no Canadá. HAHAHAHAHA

YOUTUBE

Uma simples busca por “Luiza no Canadá” nos mostra que já fizeram os clássicos: remixes, versões de Hitler, um forró e pessoas falando bizarrices em frente a webcam. Esses clichês que nunca saem da internet:

Fonte: YouPix

O uso do celular no Brasil

O Extra divulgou um infográfico que apresenta uma visão geral sobre o uso do celular no Brasil, incluindo informações sobre chamadas por voz, envio de SMS, transmissão de dados e perfil dos usuários. Um mercado já consolidado, mas que, porém não para de crescer, tem sido foco de grandes empresas, que buscam nesse mercado uma forma de crescimento.

Primeiramente o infográfico indica que já existem mais aparelhos celulares do que pessoas no Brasil. Nosso país conta com uma população de 192 milhões de brasileiros e um total de 224 milhões de celulares. Em relação ao tipo de plano adotado pelos usuários, o estudo afirma que à medida que a idade dos usuários sobe, mais aptos eles estão a usar planos pós-pago, mas que porém a realidade brasileira ainda conta com a maioria dos planos pré-pagos.

As funções do celular estão cada vez mais sendo utilizadas pelos usuários, uma vez que apenas 11% utilizam o celular somente para chamadas e mensagens de voz e 40% dos usuários utilizam o celular para dados mais avançados, como SMS, Jogos e armazenamento de conteúdo multimídia. Em geral as mulheres enviam mais MMS que homens, mas os homens ganham essa disputa quando se trata de SMS.

Por fim o infográfico mostra como acesso móvel no Brasil é concentrado, sendo que 24% de todo o acesso móvel é do estado de São Paulo e confirma o crescimento da banda larga móvel, que desde 2009 ultrapassou a banda larga fixa.

5 coisas que a música pode fazer com o seu cérebro

Aliviar dores e possibilitar maior desempenho de atletas são apenas alguns dos efeitos causados pela música no ser humano.

Como sabemos, o cérebro é responsável pela percepção que temos do mundo, desde as funções mais básicas do nosso corpo até os sentimentos complexos e quase inexplicáveis passam por esse órgão. Logo, o ato de ouvir música não poderia ser diferente.

Porém, o que talvez você não saiba é que a música causa efeitos muito curiosos em nossos cérebros, chegando a influenciar, inclusive, hábitos de consumo e a forma como percebemos o passar do tempo. Confira, a seguir, uma lista de sensações e benefícios que aquele seu disco  favorito pode proporcionar.

1. Com música, o tempo passa diferente

Já percebeu que todo teleatendimento possui vinheta ou música de espera? Pois aquele toque está ali com um propósito: fazer com que o cliente não perceba que está esperando há muito tempo pelo atendimento. Isso diminui as chances de que a pessoa desligue o telefone antes de resolver o seu problema.

O mesmo truque é usado em consultórios e outros estabelecimentos com sala de espera, além de ser uma das estratégias de lojas, shoppings e mercado para fazer com que as pessoas se sintam menos apressadas durante a compra.

O que acontece, nesses casos, é que a música serve para desviar a sua atenção. Como o cérebro humano possui uma capacidade limitada de recebimento de informações, é provável que acabemos por prestar mais atenção à música do que ao movimento dos ponteiros do relógio.

Mas o contrário também pode acontecer. Ouvir música ao realizar uma tarefa importante, por exemplo, pode fazer com que a pessoa tenha a impressão de que o tempo passou mais rápido, afinal, o trabalho acaba ocupando mais “processamento” do cérebro.

E pense bem antes de escutar “Friday” enquanto espera por alguém: as músicas que você não gosta podem fazer com que três minutos pareçam 30 dentro da sua cabeça.

2. Música mexe com nosso medo instintivo

Gritos de porcos no abate foram usados na sonoplastia do filme O Exorcista (Fonte da imagem: Divulgação/Warner Bros.)

Quem já assistiu ao filme “O Exorcista” e tremeu de medo durante a cena em que o demônio é expulso do corpo de Reagan já tem uma desculpa para dar aos amigos: aqueles gritos, na verdade, não eram da atriz Linda Blair, mas de porcos sendo preparados para o abate.

Alguns sons despertam o medo no ser humano e, é claro, a indústria cinematográfica sabe muito bem disso. É por isso, por exemplo, que as cenas de suspense ou terror estão sempre acompanhadas de trilhas sonoras que ajudam a intensificar a tensão ou medo que sentimos enquanto assistimos ao filme. Isso funciona porque existem certos sons que os seres humanos irão sempre associar ao perigo iminente ou medo, como o grito de outras pessoas ou espécies de animais. Os cientistas chamam esses sons de “ruídos discordantes”.

Sendo assim, se quiser passar menos medo quando revir o filme, deixe o volume da TV no mínimo.

3. Academia e música: combinação perfeita

Muita gente gosta de ouvir música enquanto corre ou malha o corpo na academia. Curiosamente, isso é muito mais do que uma mania ou mero passatempo, já que diversos benefícios podem ser alcançados dessa forma.

Para começar, a música ajuda o atleta a obter um desempenho melhor, segurando pesos por mais tempo, reduzindo o consumo de oxigênio e concluindo corridas em menos tempo. Parte disso vem da característica citada no primeiro item desta lista: a música distrai. Dessa forma, as pessoas não se preocupam tanto com as dores que sentem nas pernas ou com quantos quilômetros ainda precisam correr.

Mas os benefícios não acabam por aí. A música também ajuda a sincronizar o exercício com o tempo musical. Dessa forma, atletas não perdem tanto tempo e esforço aumentando ou diminuindo a performance de acordo com o próprio ritmo. Como se não bastasse, o MP3 player também pode servir como analgésico para treinos que exigem muito esforço: de acordo com uma pesquisa publicada na The Cochrane Library, quem ouve música depois de ser operado sente menos dores.

4. Mais uma cerveja! E aumenta o som, DJ!

Por esta todo mundo esperava: a música que toca na balada altera a percepção humana sobre as bebidas, fazendo com que clientes consumam mais do que o normal e até solicitem determinados drinks. Quer um exemplo? De acordo com o artigo “The Effect of Background Music on the Taste of Wine” (PDF em inglês), a música clássica faz com que os clientes peçam vinhos mais caros, já que se deixam levar pela ideia de sofisticação e riqueza que circunda as obras de Mozart e outros compositores.

Além disso, outros estudos indicam que a música ambiente também altera o sabor do vinho. Dependendo da canção que está tocando, a bebida pode parecer mais refrescante ou doce do que o normal. O professor Adrian Nort, responsável pelo estudo, também constatou, em uma pesquisa anterior, que se um mercado tocasse músicas com som de acordeão, os clientes acabavam comprando mais vinhos franceses do que alemães.

É claro que isso não se restringe ao mundo dos vinhos. Músicas agitadas e com batidas fortes fazem com que as pessoas consumam mais álcool em bares e boates. Aliás, já noticiamos, aqui no Tecmundo, que ambientes ruidosos colaboram para que as pessoas percam o bom senso e bebam mais do que o normal.

Mas quando o assunto são os restaurantes, as músicas calmas é que fazem os clientes pedir uma dose extra. Por deixarem os consumidores mais relaxados, é muito provável que eles continuem sentados e conversando, mesmo depois de terem terminado a refeição. Assim, aumentam as chances de que o consumidor peça mais uma garrafa de bebida para continuar o papo.

E caso os hits do momento tenham feito você beber demais, não se preocupe: no Tecmundo você também encontra dicas científicas para curar a ressaca.

5. Música melhora a comunicação

Você sempre detestou as aulas de piano ou violão que sua mãe insistia para você fazer? Pois agora, agradeça: estudar música faz com que seja mais fácil reconhecer variações sutis de emoções em outras pessoas. Além disso, em um ambiente com muito barulho, o estudante de música consegue filtrar melhor os ruídos e se concentrar na conversa de que está participando.

Experimentos atestam que estudantes de música conseguem expressar melhor suas emoções e reconhecer o estado emocional de outras pessoas com mais sensibilidade, analisando, por exemplo, o tom de voz da pessoa que estiver falando.

E mais: essa habilidade se torna mais desenvolvida de acordo com o tempo dedicado aos estudos. Portanto, lembre-se: as aulas de música tidas na infância podem ajudar alguém a se tornar um profissional com uma ótima capacidade de comunicação.

…..

Não tem desculpa para deixar a música de lado. Quem gosta de apreciar esse tipo de arte agora já pode comprar suas faixas favoritas pela iTunes Store brasileira. E se quiser dar um passo adiante, o Baixaki possui uma seção dedicada apenas para ferramentas de áudio, incluindo uma listagem de softwares para educação musical e discotecagem.

Fonte: TecMundo

Perfil do usuário típico de android

O usuário típico de aparelhos com Android é um homem com cabelo curto e que gosta de vestir camiseta, calça jeans e tênis, de acordo com pesquisa da BlueStacks.

O estudo – divulgado no formato do infográfico que pode ser visto abaixo – tentou desenhar mais ou menos como é um usuário padrão do sistema móvel desenvolvido pelo Google. E descobriu que, no geral, o usuário é um homem comum.

O fã do Android normalmente tem cabelo preto (47% dos usuários), pode usar óculos (37%), gosta de usar camisetas no dia a dia (71%), calça jeans (62%) e tênis (41%). Alguns deles usam relógio de pulso (45%) e muitos estão em algum tipo de relacionamento (63%).

Entre outros dados, a pesquisa afirma que 62% deles usam o sistema para jogar, 9% possuem o Android apenas em tablet, não em smartphone, e 38% usam o aparelho para trabalho. Além disso, 33% não gastaram nada na compra de aplicativos no Android Market e 13% têm mais de 50 softwares instalados no dispositivo.

E você, se parece com o usuário de Android padrão?

As 7 maravilhas da internet

De todas as coisas épicas já criadas pelo homem, a internet foi uma das mais revolucionárias (#fuckyeah). Não só pela parte tecnológica envolvida, mas porque ela redefiniu comportamentos e quebrou paradigmas EM TEMPO RECORDE, como nenhuma outra coisa na história da humanidade. No mês do aniversário da internet Pois aqui vai uma retrospectiva ~temática~ de todos os marcos que tornaram a web o que ela é hoje e revolucionaram o modo como nos relacionamos, comunicamos, buscamos, compartilhamos informações e, enfim, VIVE!

INTERNET ANTIGA (até 2000)

// WWW
A criação de Tim Berners-Lee (o moço ali da foto) foi o primeiro passo para a expansão e a popularização da internet no começo dos anos 90. Antes disso, ela era restrita aos governos e universidades. A World Wide Web nada mais é do que a tal rede mundial de computadores (sic). Basicamente, ela conecta as máquinas e compartilha informações em todo o mundo por meio de hiperlinks. Ou seja, sem WWW, a internet que conhecemos hoje não existiria! Agora, pare para fazer as contas e perceba que essa criação tem 21 anos (provavelmente, quase a sua idade) e que o criador dela está vivo – quantas pessoas que mudaram o mundo como Berners-Lee ainda estão vivas nos dias de hoje?

// E-MAIL
Antes do email ser do jeitinho que é hoje, havia uma forma de compartilhamento de informações meio diferente. Tava mais pra “deixar recados nas pastas das pessoas”, do que “enviar uma mensagem”. Em 1972, Ray Tomlinson desenvolveu uma forma mais simples de enviar recados, seguindo a lógica de enviar uma mensagem para alguém em algum lugar com o uso da @ (que, em inglês, se fala “at” e equivale à proposição “a” em português), e o endereço era nomedousuário@computadordousuário.

Com redes sociais, IMs, SMSs e recados em murais rede afora, tem quem diga que o e-mail está morrendo (snif!). De acordo com a ComScore, o uso do email entre o público jovem caiu 24% no último ano, ou seja, é provável que daqui a pouco apenas os velhos (leia-se, pessoas com mais de 30) e os spammers continuem mandando email. 🙂

// CHAT
Oi, qr tc? 🙂 Se as mensagens instantâneas acabarem mesmo com o email, a culpa é dessa criação de 1988. Popularizado como mIRC (que é um cliente de IRC), o bate papo em tempo real era dividido por assuntos separados por canais que funcionavam como salas. No fim, o programa se popularizou meio que no estilo bate-papo Uol, com as salas mais bombadas divididas por cidade. Aliás, falando em bate-papo Uol, ele só existe graças ao IRC, assim como o saudoso ICQ, o MSN Messenger, o Gtalk, o IM do Facebook…

// NAPSTER
Quem nunca baixou um mp3, que atire o primeiro CD! E, se você já fez isso, saiba que quem tornou isso possível foi o Napster em 1999, primeiro programa que permitiu que a galera trocasse e baixasse arquivos de música. Depois do Napster, vieram mais outros tantos serviços parecidos – Kazaa, Limewire, iMesh, o brasileiro eMule, o sensacional sistema de Torrent -, mas foi ele que deu o pontapé inicial pra crise na indústria da música (por assim dizer) e pra discussão sobre download de conteúdo e pirataria. O criador do Napster foi perseguido, processado e teve que encerrar as atividades em 2001, mas o legado de compartilhamento de mídia online que ele criou ainda vive. Inclusive, mais de 10 anos depois, ainda não se sabe direito como lidar com o conteúdo autoral na web. Apesar de já haver punições previstas em lei (no Brasil, a lei dos direitos autorais, que também se aplica à web, é esta), a legislação é vaga e a discussão é grande.

// BLOG
O nome vem de weblog, algo como “registro da web“, e teve início em 1997. A ideia inicial era reunir em uma página outras páginas interessantes, mas esse tipo de site acabou se popularizou mesmo com um diarinho (quem nunca?). Algum tempo depois, vieram os blogs de opinião, os temáticos, os colaborativos… os blogueiros foram se tornando referência em produção de conteúdo, (alguns) se profissionalizaram e (alguns) se tornaram mais influentes do que veículos antigos e estabelecidos. Os blogs foram o primeiro passo da “eu mídia” e do climão de ”do it yourself” que hoje é palavra de regra na internet. (Ah, sem contar que os blogueiros foram o 1o tipo de webcelebridade de que se tem notícia, neam?)

// YAHOO!
Em 1994, os universitários David Filo e Jerry Yang começaram a indexar seus sites preferidos em categorias separadas, para que se tornasse fácil de encontrá-los. Assim nascia o primeiro sistema de buscas de sites que, apesar de ter sido MASSACRADO pelo Google, foi responsável pela invenção tornou a internet o lugar onde você pode encontrar de tudo, bastando BUSCAR.

// AMAZON
Houve um tempo em que fazer compras sem sair de casa era coisa dos Jetsons. Até que surgiu o Amazon, em 1995, que começou vendendo livros e, 4 anos depois, passou a vender DE TUDO. Com seu sistema simpático de reviews de produtos feito pelo próprio usuário e a inteligência do “quem-comprou-isso-também-comprou aquilo“, a Amazon foi o site que popularizou as compras online e fez muita gente passar confiar a entrega do número do cartão para as lojas virtuais.

INTERNET MODERNA (pós 2000)

//BANDA LARGA
Ah, o saudoso barulho do modem… NOT! Só quem viveu a época da internet discada lembra o quanto os minutos entre 23h58 e 00h00 eram os mais demorados EVER, o suspense pra abrir uma fotinho, o poder da reza para a internet não cair depois de mais de uma hora baixando uma música… Então Deus disse “faça-se a banda larga, manolo” e acabou com toda essa ~mágica~ dos primórdios da web. Apesar de já ser um “recurso” disponível há pelo menos 10 anos, a velocidade média de navegação do brasileiro é de apenas 105KBps, nem metade das cidades do Brasil têm banda larga e ainda um dos países que paga mais caro pelo serviço.

// YOUTUBE
Com a  popularização da banda larga, ficou mais fácil e rápido subir e baixar conteúdo da internet. É nessas que o Youtube aparece. A melhor definição de “como o primeiro site de hospedagem e exibição de vídeos mudou a internet” é da revista Time de novembro de 2006, que o elegeu a maior invenção do ano por “criar uma nova forma para milhões de pessoas se entreterem, se educarem e se chocarem de uma maneira como nunca foi vista“. O Youtube desglamourizou os famosos, lançou anônimos à fama, desbancou a MTV como canal oficial de videoclipes, criou tendências (como o Mentos+Coca Cola ou o desafio de comer canela) e fez com que todo mundo pudesse pelo menos tentar ter seus 15 minutos de fama wébica.

// GOOGLE
Em 12 anos, o Google passou de “apenas mais uma startup de internet” para, LIKE A BOSS, ownar a internet inteira. De mero sitezinho de buscas, o Google hoje tem uma mãozinha (enorme) em todas as partes de internet: o próprio Youtube, redes sociais (Orkut e Google+), programas de anúncios (AdWords e AdSense), criação, edição e compartilhamento de documentos (Docs), análise de tráfego na web (Insights, Trends e Analytics), exploração do universo (Google Mars e Google Moon) e do próprio planeta Terra (Google Maps, Street View e Earth), além de milhões de outras coisas. Todo esse domínio do Google gera muita discussão sobre privacidade, mapeamento de pessoas, superexposição… afinal, se você parar pra pensar, praticamente tudo que você faz hoje na internet requer um login do Google. Ou seja, TENHA MEDO, bebê!

// WIKIPEDIA
Se fosse para escolher um marco na web 2.0, provavelmente seria a Wikipedia. Criada em 2001, a enciclopédia online inaugurou a era do colaborativismo na internet e colocou na mão de TODOS NOZES a possibilidade de ser o emissor e editor da informação formal e didática. A ideia do conhecimento compartilhado chegou aos grandes portais de notícias, que passaram a aceitar matérias feitas e enviadas por leitores (e foi uma das causadoras da crise do jornalismo), deu origem a sites de coletivos e descentralizou a informação – mas também permitiu que muita besteira seja publicada por aí por falta de apuração ou trollagem mesmo. (PS – Um estudo mostrou que o índice de erros da Wikipedia é similar ao de grandes enciclopédias)

// REDES SOCIAIS
Essa talvez seja uma das coisas mais maravilhosas da Internet moderna. Até o surgimento delas, as relações interpessoais na internet estavam restritas aos chats e a audiência das pessoas-enquanto-emissores-de-informação era restrita. A primeira rede a estourar no mundo foi o Orkut (em 2004), mas foi o Twitter e, mais recentemente, o Facebook que realmente mudaram a regra do jogo. As redes sociais se tornaram o maior reality show de que se tem história e inauguraram a “era da superexposição”, onde todo mundo expões compartilha detalhes de suas vidas EM TEMPO REAL sem medo de ser feliz (porque infeliz em rede social ninguém é).

// WEBCELEBRIDADES
E com toda essa história de “eu mídia”, de superexposição e compartilhamento, eis que surge o papel da webcelebridade, aquelas pessoas que ficam famosas na/via internet (fazendo algo edificante ou não). Há quem diga que ser famoso na internet é como ser rico no Banco Imobiliário, mas o blogueiro é o novo rockastar, tem um monte de arroba ganhando grana vendendo 140 caracteres de propaganda e outras tantas webcelebs faturando com presentes, participações na tv e afins. As webcelebs representam o fim do monopólio sobre quem é FORMADOR DE OPINIÃO. Antes restrito as celebs de televisão, o poder de influenciar massas está democraticamente espalhado nas mãos de qualquer um que tenha capacidade de se tornar influenciador. 🙂

// INTERNET MÓVEL
E, pra fechar, aqui está a coisa mais revolucionária e maravilhosa da internet… aquela que vai com você. Hoje em dia, não dá mais pra pensar em “quanto tempo do dia ficamos conectados”, nós SOMOS conectados. Com 3G, wifi zones e smartphones, todo mundo está CONSTANTEMENTE CONECTÁVEL, eliminando as barreiras entre o mundo online e o mundo offline e compartilhando totalmente sua vida através de aplicativos cada vez mais inteligentes. No Brasil já são mais de 220 milhões de linhas habilitadas e o mercado de smartphones cresceu quase 80% só no primeiro semestre de 2011. Ou seja, estamos num caminho sem volta de supercompartilhamento de informações e conectividade… um cenário que nem os Jetsons imaginava viver. 😛

E aí, quais você acha que são as maravilhas da sua internet? Compartilha aí na caixa de comentários, mais uma das coisas maravilhosas a nossa disposição na web! 🙂

Fonte: YouPix

Como ganhar ou perder amigos no Facebook

De acordo com uma pesquisa recente da Nielsen McKinsey NM Incite, 82% dos usuários do Facebook conhecem pessoalmente seus contatos antes de adicioná-los na rede social. A segunda razão mais comum para a adição de um amigo é ter muitos amigos em comum, uma prática relatada por 60% dos usuários. Você pode ver o resultado completo no infográfico abaixo. As cores referem-se ao gênero dos entrevistados – azul para homens, roxo para mulheres e amarelo para ambos.Segundo a pesquisa, os homens usam mais a rede social para estabelecer conexões profissionais e para encontrar emprego, além de paquerar. Já as mulheres costumam participar de promoções e postar comentários positivos a respeito de produtos ou serviços.

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