Quando eu crescer quero trabalhar em agência de propaganda

Vídeo indicado pela Rafaela Oliveira

Qual é o papel das redes sociais nas agências?

A pergunta deve ser levada a sério. Por que as agências devem fazer o atendimento SAC em redes sociais? Esse é o papel da agência de publicidade?

 

Se sim, porque não pegamos o telemarketing também? O que acontece é que, geralmente, o cliente quer resolver sua vida ali de uma vez e a agência, para não perder o fee/job, acaba fazendo um pacote que inclui monitoramento, relatórios, SAC em redes sociais, ações/”ativações” e relacionamento com blogueiros. Tudo é vendido como uma coisa só. E, embora tenha alguma sobreposição de funções, não é a mesma coisa. É vender como parte de um pacote que, na real, não deveria ser oferecido dessa forma.

Acho o monitoramento e relatórios partes importantíssimas para a ajudar o planejamento e criação das ações. Acho que o relacionamento com blogueiros igualmente importante como função a ser feita pela agência mas o SAC eu não vejo motivo em ser executado pela agência.

Se a parte do SAC ficasse dentro das próprias empresas, teríamos as pessoas que realmente entendem do produto/serviço respondendo. Pessoas que entendem e têm algum nível de liberdade para responder aos seus consumidores de outras maneiras. Os últimos cases de sucesso em SAC online o do poema do Bradesco no Facebook e a atuação geral do perfil do Ponto Frio no Twitter são exemplos de como essa mudança é benéfica para a marca.

Claro que para existir um case como esses que citei, é preciso ter uns 200 exemplos de o que não se deve fazer em redes sociais. Mas aí eu pergunto, porque o pessoal que trabalha com redes sociais não vai para o cliente? Quando eu estava na faculdade, um professor de marketing sempre nos perguntava porque todo mundo queria só agência e poucos consideravam cliente. Muitas vezes os horários são melhores, a remuneração e a qualidade de vida também. Não é sempre mas acontece.

Uma amiga minha foi a um evento de gestão de marcas em redes sociais nos EUA no ano passado e me disse que ela era uma das únicas pessoas de agência lá. 95% era formado por pessoas que eram responsáveis pela marca em redes sociais e que eram empregados da marca para fazer exclusivamente isso.

A impressão que tenho quando vejo SAC online dentro de agências é a mesma que tenho quando se está fazendo uma obra em casa. É o famoso “Já que…”.

“Já que estamos fazendo uma churrasqueira, porque não fazemos uma piscina também?” ou “Já que estamos monitorando e fazendo relatórios para ajudar o planejamento, porque não respondemos os consumidores direto daqui também?”. É uma idéia que parece boa mas que na prática é bem complicada de ser realizada.

O que acontece é que o cliente não quer ter esse custo na empresa, mas acho que deveria. E se uma empresa contratar pessoas boas em redes sociais, pode até ter uma redução de custos de fee da agência e ter maior controle na qualidade do serviço oferecido.

Em agências pequenas, é mais difícil ainda segurar o desejo do cliente de terceirizar tudo relacionado a redes sociais. Mas pensem por um momento, por que não começamos a ensinar ao cliente que essa parte de SAC em redes sociais é melhor estar dentro da própria empresa?

O que estamos fazendo é replicar um modelo do Telemarketing? Se sim, isso pode ser ruim para todo mundo. Porque ao terceirizar o atendimento ao cliente, uma parte da essência da marca morre.

Mas assim como no Telemarketing, quando a demanda aumentar, aí sim a empresa terceiriza ou cria uma outra empresa apenas para o atendimento via redes sociais. Mas isso será um novo momento do mercado. Antes disso, é besteira.

O que temos visto em geral são marcas tratando as redes sociais como uma super ouvidoria. Reclamou ali, resolvemos rápido. Reclamou no telefone, é capaz de demorar mais. São poucas as marcas que realmente fazem o atendimento integrado, dando a mesma resposta em qualquer lugar que o consumidor entre em contato e não tentar resolver de outra maneira só porque a pessoa xingou muito no Twitter. Esse comportamento gera um vício estranho no consumidor e um problema a médio prazo para a marca.

Porque o dia em que tivermos o volume de ligações que temos no Telemarketing nas redes sociais, o serviço que antes era primoroso começa a se tornar mais próximo do ordinário e aí é ladeira abaixo. E a marca vai junto. Vai colapsar.
Ouvi dizer que o mercado de Telemarketing funciona melhor quando o mercado está em crise. Se o mercado está aquecido, as pessoas mais qualificadas estão em outros empregos. Se está em crise, essas pessoas estão trabalhando em Telemarketing. Se isso for real, será que também aconteceria com social media?

Eu, honestamente, gostaria de ver os cases, a estrutura interna e organograma da área de redes sociais do Bradesco e do Ponto Frio. Eles respondem a quem? Ao marketing? Ao Atendimento ao cliente? Com esse tipo de informação podemos mensurar melhor o momento do mercado e sabe se é ou não o momento de terceirizar. Vai que você descobre que a equipe do Ponto Frio no Twitter é formada por uma pessoa só mas bem relacionada com a área de atendimento ou com acesso ao software de CRM?

Eu acho lindo quando uma empresa, ao procurar uma agência de publicidade para esforços em redes sociais, fala que o SAC online (ou 2.0 ou o qualquer outro termo) não deve ser contemplado na proposta porque isso é papel deles. E já vi empresas gigantes fazendo isso.

Assim como acho corajoso quando uma empresa percebe que terceirizar o atendimento ao cliente está danificando a marca e resolve trazer esse serviço de volta para a empresa, mesmo com o um investimento mais alto.

É por isso que eu acho que é precipitado jogar a área de SAC via redes sociais para dentro de agências de publicidade, digitais ou o que for. Essa é mais uma das maneiras que a marca tem de mostrar que se importa com a entrega do seu serviço de ponta a ponta. Deixa as agências fazerem o que fazem de melhor. A agência deve ser a responsável por planejamento e criação da comunicação de uma empresa e não do SAC em qualquer canal que seja.

E para você, Qual o papel das redes sociais nas agências?

Fonte: Brainstorm9

Como a publicidade vai se adaptar às TVs conectadas à internet?

A utilização de dispositivos e o modo como os usuários passaram a interagir com os conteúdos disponíveis também se transformam rapidamente

Publicidade web

Desktops, laptops, smartphones, tablets… passamos o dia navegando pela web. Não importa o dispositivo nem o tamanho da tela. A internet tomou conta do nosso cotidiano e mudou nossos hábitos de consumo de informação e de conteúdo. Essa transformação marcou o início de uma nova era para os anunciantes. Porém já se discute outro tipo de revolução: a televisão conectada à internet.

A publicidade sempre caminhou de mãos dadas com novas tecnologias. Acredito que televisão e internet mereçam destaque nessa discussão. Quando os primeiros televisores chegaram aos lares dos consumidores, a publicidade se adaptou e explorou esse novo veículo imediatamente. Desde o início, existiam possibilidades inesgotáveis no que se refere à criatividade e à eficiência.

Décadas mais tarde, a internet introduziu um canal de entretenimento inédito, permitindo aos usuários acessar informações da forma mais individualizada possível. Para os anunciantes, a web ofereceu novas maneiras de atingir os consumidores. Apesar de no início parecer ficção científica, em poucos anos, a publicidade online se tornou uma peça fundamental na estratégia de comunicação das marcas.

A utilização de dispositivos e o modo como os usuários passaram a interagir com os conteúdos disponíveis também se transformam rapidamente. Ontem eram os smartphones. Hoje são os tablets. E amanhã, o que virá? Será a vez da SmartTV. Em todos os casos, as tecnologias evoluem para oferecer aplicativos e tipos de interação cada vez mais surpreendentes.

À medida que a quantidade de TVs conectadas à internet aumenta, com tamanhos e características diferentes, como tela sensível a toque e 3D, o conteúdo à disposição dos telespectadores se torna ainda mais rico e interativo. No final das contas o denominador comum é a experiência do usuário. Se o Wap em telefones celulares maravilhou os internautas quando surgiu, apesar de todas as deficiências, hoje já podemos visualizar, navegando confortavelmente, conteúdos idênticos independentemente da tela do dispositivo utilizado.

No entanto, a televisão como ainda conhecemos continua excluída desse tipo de continuidade, não oferecendo interação ao telespectador. A TV entrou na nossa casa em primeiro lugar, mas será a última a se conectar à internet.

Há uma infinidade de pontos de vista e previsões sobre o futuro da televisão. A maioria diz que os telespectadores poderão fazer buscas no Google e ler notícias no site de seu jornal favorito. Mas não é só isso! Graças aos conteúdo “ao vivo” e seus novos serviços disponíveis, há muitas outras vantagens em consumir, de maneira radicalmente diferente, a nova televisão.

Os aplicativos para os smartphones também passarão a ser realidade nas SmartTVs. E eles serão os responsáveis por uma das mais importantes revoluções no campo da TV conectada à internet: o conteúdo sob medida acessível através de apps. Depois de nascer analógica e se tornar digital, a televisão se prepara para se conectar à rede mundial de computadores e, em seguida, converter-se em um aparelho totalmente personalizável. Uma das consequências é a morte do controle remoto ou, pelo menos, do zapping.

E os distribuidores de conteúdos devem ficar atentos. Vamos analisar o exemplo dos filmes veiculados na TV. Os canais de televisão mantinham a hegemonia para transmiti-los depois do lançamento no cinema. Isso permitiu a algumas redes obterem grande sucesso em uma época em que o Pay-per-view ainda não existia. Atualmente, o telespectador já tem à disposição diferentes tipos de filmes e programas por VOD (Video on Demand). Mas o que o futuro nos reserva?

As televisões conectadas nos permitirão assistir a filmes por meio de aplicativos ou diretamente nos portais web das produtoras e distribuidoras, sem necessariamente passar pelas operadoras. Essa pluralidade de escolha abre novos horizontes para os anunciantes.

Esse fenômeno é realidade na internet. Não acessamos os conteúdos apenas por um navegador, mas, cada vez mais, através de aplicativos. O iPhone e o iPad tornaram possível essa transformação e até criaram padrões. De fato, uma parte da publicidade se move pela internet através dos apps.

Mas como as marcas estão lidando com essa transformação tão rápida e profunda no modo de acessar conteúdos? Elas – como sempre fizeram – observam e entendem o comportamento dos consumidores com a finalidade de lhes propor ofertas mais adaptadas e personalizadas. A diferença é que hoje, os anunciantes devem levar em conta a multiplicidade de telas e a evolução das opções de interação. Assim, poderão proporcionar um ambiente em que o consumidor aproveite conteúdos com convêrgencia total.

Uma das principais questões a serem analisadas pelas marcas é entender a coerência entre as telas. Hoje já existem os anúncios online veiculados de acordo com as buscas que efetuamos. Com a televisão conectada – e graças à continuidade total entre as telas – adentramos em uma nova dimensão.

Por enquanto ainda não existe essa continuidade total entre as telas dos dispositivos. Porém, em pouco tempo os aplicativos vão se apropriar da televisão conectada. Essa transformação profunda na maneira de consumir conteúdos abre as portas de um novo mundo à publicidade, representando uma oportunidade formidável para as marcas: atingir diretamente o consumidor sem a necessidade de intermediários.

Resta às marcas refletirem sobre essa transformação e adaptarem suas estratégias de comunicação a esse novo universo de possibilidades, levando em conta, obviamente, a necessidade que há em medir tudo isso.

Fonte: Olhar Digital

A anatomia de uma agência de publicidade

Primeira propaganda do Google+ para a TV

Isso aê galera, saiu o primeiro comercial pra TV do Google+.

A empresa diz que em breve haverá uma versão em português do vídeo, e ele será veiculado no Brasil, pois a gigânte vê nosso país com um potêncial estratégico muito importante para evitar que a rede social tome o mesmo caminho de fracasso que tiveram outros serviços como o buzz, e o wave, já que o Brasil tem muita força no Orkut.

Vamos ver qual será a estratégia que o Google implantará para conseguir esta migração, tendo em vista que muita gente esta migrando do Orkut para o Facebook.

 

Brazil is calling you

Este é o novo vídeo publicitário que o o minitério do turismo esta divulgando no exterior agora… O Brasil está te chamando.

O Brasil é realmente um país lindo, acolherdor e cheio de riquezas naturais.

Corinthians: Nike homenageia o Campeão Brasileiro 2011

Hoje cedo eu cheguei na agência e vi este post do Carlos Merigo no Braintorm9.

Aproveitando a deixa, parabéns Brainstorm9 pelo 9 anos, e pela festa de comemoração que foi muito legal.

A data no YouTube entrega que o vídeo estava pronto e online desde o dia 1 de dezembro. Porém, apenas após a confirmação do penta campeonato corintiano, a Nike liberou a homenagem – que valeria também se o time tivesse perdido.

O vídeo faz referência a um chavão criado pela torcida, de que o Corinthians não vive de títulos. Corinthians vive de Corinthians. Justificando ainda o recente anúncio da retirada das estrelas do uniforme do time.

ATENÇÃO: Seus filhos podem estar metidos com… ARTE

Criação da Team Detroit para o College of Creative Studies, naquela pegada Fear Sells.

Depois do pulo tem mais. Via fuckyeahdementia, o melhor site do mundo.

Fonte: B9

Chuck Norris no WoW

Blizzard Entertainment apresentou um novo comercial para a divulgação de World of Warcraft, apresentando a maior figura já existente na face da TerraChuck Norris. Entre os seres viventes, Chuck é o ícone ideal para representar todo o poder e sucesso de WoW no mercado, e o novo comercial de TV mostra isso, além de comemorar o aniversário de 7 anos do jogo.

Chuck Norris participa de comercial de World of Warcraft (Foto: Divulgação)
Chuck Norris participa de comercial de World of Warcraft (Foto: Divulgação)

Os jogadores receberão presentes no próximo dia 23 de novembro, a data do aniversário do jogo, e todos que se logarem até o próximo dia 3 de dezembro receberão um pacote de itens comemorativos. Ao usarem o pacote, fogos de artifício serão soltos e o personagem recebe um bônus de 7% de experiência e reputação, entre outras coisas.

Guia de estratégia em português

Blizzard também anunciou o lançamento do Guia Oficial de World of Warcraft: Cataclysm, completamente adaptado para o português brasileiro. O livro é indicado não apenas para quem está começando, mas também para os veteranos no jogo, com aproximadamente 500 páginas de conteúdo para todos os níveis. Aqui no Brasil, o guia está sendo publicado pela Editora Europa, e já pode ser encontrado pena internet, no site oficial da editora. Confira agora o vídeo do comercial:

Fonte: TechTudo

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