7 invenções inúteis de videogames que existem de verdade

A nova geração de consoles no mercado faz sucesso e conquista adeptos a medida que novos títulos são lançados, mas não se engane, muitos desenvolvedores pegam carona e acabam criando “inovações” que não são exatamente o sonho de um gamer. O site Cracked fez uma interessante lista reunindo sete das mais esquisitas invenções no campo da ‘jogabilidade diferenciada’. Confira os itens que o Techtudo reproduz abaixo:

7. Metazoa Ludens – Não deixe o seu bichinho te devorar

Metazoa Ludens é uma tecnologia aplicável em games que faz com que humanos e animais interajam de divertidas e produtivas formas. Os resultados porém, podem ser um tanto exagerados. Um exemplo é o jogo Mice Arena, desenvolvido pelo Mixed Reality Labs. O game propõe que você e seu hamster compartilhem o mesmo espaço virtual. Enquanto o seu bichinho persegue um tipo de isca que você controla no mundo real por um computador, no jogo você se torna o objeto a ser perseguido por um hamster gigante. Isso é possível graças a uma série de sensores e câmeras acoplados. Veja o vídeo que demonstra este esquisito mecanismo:

6. Gnilley – Jogue gritando

Você costuma gritar enquanto joga? De frustração? De emoção? Não importa… Se a resposta foi sim, você com certeza vai gostar da proposta de Gnilley, jogado na base do grito. Não entendeu? Veja essa demonstração:

A interação é simples. Você caminha pela fase ao melhor estilo 8 bits, usando as direcionais do seu teclado e destrói os inimigos gritando o mais alto que puder no microfone do computador. Quanto mais alto você grita, mais rápido eles morrem. O jogo requer diferentes alturas de grito para cada obstáculo que as fases propõem. Se você ficar preso em alguma parte, não se preocupe. Este é o único jogo onde ficar frustrado apenas te ajuda a vencer.

5. Biotic Games – Os videogames vivos 

O conceito de ‘biotic games’ ou ‘biojogos’ consiste em que no lugar de pixels, as aventuras protagonizadas por você sejam feitas de organismos vivos – chamandos de paramecia – os quais você controla usando eletricidade. Por exemplo, no jogo Enlightenment você guia camarões de verdade em uma caixinha com o objetivo de acender todos os quadrados:

O que você vê é uma câmara de fluido carregada com um campo elétrico – na qual o jogador pode intervir mudando de positivo para negativo no seu joystick. A paramecia dentro da câmara reage à eletricidade indo na direção que você comanda. A câmara possui uma pequena webcam que transmite imagens para o computador em tempo real. Claro que não é um jogo comercial. Esse tipo de interação tem por objetivo ensinar crianças sobre processos biológicos. Mas com tantos consoles interessantes no mercado, será que eles conseguem atrair a atenção?

4. You’re in Control – controle o seu xixi You’re in Control (Foto: Reprodução)

isso mesmo. You’re in Contro um sistema de videogame totalmente operado pelo ato de urinar. Mais do que um mictório comum, ele possui uma série de sensores que medem a exata força e o local do xixi, traduzindo isso para ações em um joguinho montado na parede. O game é uma versão de Whack-a-Mole onde os hamsters ficam amarelos ao serem acertados. Bastante conveniente. Os desenvolvedores do jogo dizem ver o ato de fazer xixi como uma “atividade rica de significância social” e defendem a iniciativa dizendo que o jogo promove a limpeza porque encoraja as pessoas a “mirar” direito. Veja a demonstração:

3. Dark Room Sex Game – o jogo erótico sem imagens

No campo dos jogos eróticos, fomos agraciados com a invenção do Dark Room Sex Game. A proposta é muito simplória. Os jogadores se posicionam próximos a um altofalante que emite sons eróticos à medida que os desafiantes balançam seus controles de Wii:

Não existe tela, então. Para quem está fora do jogo, parece mais um tipo de simulador de tênis menos elaborado. Para vencer, basta seguir os sons e atingir o ritmo proposto. O game tem uma maneira bem característica de te avisar sobre o fim da partida.

Os desenvolvedores dizem que evitaram que o jogo fosse visual justamente para fazê-lo “mais erótico” e forçar os jogadores a “usar a imaginação”. Eles ainda admitem que se inspiraram na “forma fálica do controle de Wii”. Para eles, o objetivo principal do jogo é fazer os jogadores se sentirem embaraçados e satisfeitos ao mesmo tempo. Duas curiosidades: o jogo dispõe de um “modo orgia” onde dois casais competem para ver quem chega ao clímax primeiro. Ainda, Dark Room Sex Game foi feito para ser jogado com o joystick de Wii, mas, na verdade, é um jogo para PC.

2. Kiss Controller – o boliche do beijo 

Para os que pensavam que jogos de boliche haviam chegado ao limite com o Wii Sports da Nitendo, a artista Hye Yeon Nam mostrou que você pode fazer mais além do clássico movimento de arremessar a bola de boliche. Para isso, ela criou o boliche do beijo:

Um dos jogadores usa um headset, o outro tem um tipo de ímã na língua que precisa ser introduzido na boca do parceiro. Assim você precisa manter sua lingua o mais reta possível para manter a direção da bola, ao mesmo tempo em que precisa mexê-la o mais rápido que puder para aumentar a velocidade da bola.  Estranho o bastante para você?

1. Deep Sea – o claustrofóbico jogo de terror

Jogos que só se utilizam de audio não precisam ser só eróticos, também podem ser apavorantes. Deep Sea é um bom exemplo. Para começar, você precisa usar uma máscara de gás. Você não vê nada, apenas ouve sons assustadores vindos do headphone da máscara que inibe todos os sons externos do lugar onde você está.

Em Deep Sea, você está embaixo d’água e cercados de creaturas que vêm de todos os lados na sua direção. A inteligência artificial do jogo te diz de onde estão vindo os monstros, mais ou menos, e você tem que tentar atirar neles com seu joystick. Se acertar, você ouve um grito, se errar ouve o barulho de “tiro na água” e o seu próprio grito.

Quanto mais assustado você fica, mais difícil o jogo se torna, já que ele rastreia sua respiração. O jogo é extremamente claustrofóbico, e isso é intencional. O criador do jogo admite que “é para ser uma difícil, frustrante e assustadora experiência”.

Matéria: Techtudo

Sobre Diego S. Santos
Estudante de Publicidade e Propaganda, louco por cinema e o bom e velho Rock'n Roll.

One Response to 7 invenções inúteis de videogames que existem de verdade

  1. Marinha Luiza disse:

    Que vontade de jogar o último!

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