A evolução dos fantasmas

Os video games do futuro

Consoles revolucionários com periféricos inovadores levam você a experimentar realidades virtuais e um tipo diferente de diversão.

PlayStation 4, Xbox 720 e Wii U são consoles do passado, enterrados com seus periféricos horríveis e seus jogos medíocres. Hoje, os novos video games trazem um novo conceito de diversão em que você realmente vive o que está na tela e tem que se esforçar para jogar.

Se você adora gráficos ultrarrealistas, periféricos que parecem coisas de outro mundo e continuações infinitas das atuais franquias, então, seja bem-vindo ao futuro!

Vista sua roupa de astronauta!

Você acha que o Kinect é revolucionário e realmente divertido? Pensa que Kinectimals é o melhor jogo que a Microsoft pode lhe oferecer? Então, saiba que o futuro tem grandes surpresas para você! O novíssimo Xbox 1080 vem acompanhado do Kinect Ultra Revolution e, claro, do jogo mais aguardado de todos os tempos: Twister!

O novo Kinect é muito diferente do atual dispositivo. O periférico capta movimentos a grandes distâncias — você pode jogar na casa do seu amigo que mora na outra quadra! Você precisa apenas usar o Kinect Helm e as Kinect Gloves (que parecem roupas de astronauta) para começar a desfrutar de uma nova realidade. Quer jogar no banheiro? Agora você pode! Tome cuidado apenas para não sair jogando na rua, pois o trânsito do futuro é caótico.

AmpliarTwister Kinect Ultra Revolution

O Xbox 1080 também é completamente diferente do que você imagina. O video game não tem entrada para discos, vem travado para o uso de uma única conta e possui conexões restritas com o servidor da Microsoft. Calma, nem todas as novidades são ruins. O console reproduz conteúdo com resolução 8k, possui compatibilidade com sistema de áudio 22.1 e é totalmente controlado por voz. O futuro é como todos sempre sonharam, só que ao contrário!

Sente o movimento

O Move foi uma cópia descarada do controle do Wii, isso ninguém pode negar. Contudo, o acessório fez muito sucesso no PS4, o que levou a Sony a criar um sistema mais eficiente de jogabilidade. Se você adora jogar com o periférico, então, se prepare, porque o PlayStation 5 tem suporte para 40 controles! Cada jogador deve usar cinco deles e um par de óculos irado!

PlayStation Move Your Body é o nome do novo acessório. Os jogos agora utilizam seu corpo por completo e você não vai conseguir ficar parado. FIFA Street 6, por exemplo, exige que você corra como se estivesse num campo de futebol e utilize todo seu vigor para ser o campeão das peladas.

AmpliarPlayStation Move Your Body

Imagine que divertido: seus óculos projetam a bola no seu pé e você pode ser um jogador de verdade na nova PlayStation Network Ultra Secure. O PlayStation 5 traz um disco tridimensional de 512 TB, perfeito para armazenar seus filmes e jogos com resolução 8k. Uma pena que todo o conteúdo tenha de ser transferido da internet, pois é quase impossível baixar games com as conexões brasileiras de 100 MB.

It’s me, Mario … Pela 50ª vez!

Muita gente vai levar um tombo da cadeira ao saber que o Wii U foi o video game de maior sucesso da história da Nintendo. A ideia de colocar um tablet na mão do jogador foi algo sensacional. A companhia nem precisou lançar muitos Zeldas e Marios: bastou oferecer Fruit Ninja, Cut The Rope e mais alguns jogos para que todos se divertissem horrores com o Wii U.

Pois é, o Wii U2 acabou de chegar e ele vem com uma surpresa: um tablet com tela frontal e traseira. Basicamente, a ideia é aumentar a emoção complicando a jogabilidade, afinal, nem todo mundo consegue olhar os dois lados do tablet, mas um espelho pode ajudar! A “Big N” não investiu em qualidade gráfica, mas há boas notícias.

AmpliarWii U2 com tablet de duas telas

Ao adquirir o kit especial do Wii U2, você ganha um DVD da banda U2* e o jogo A Very New Super Mario Universe. Quer mais? Os novos títulos de Zelda e Pokémon já estão disponíveis em todas as lojas do mundo, exceto no Brasil, que deve receber o video game com um atraso de seis meses.

*Atenção: o Wii U2 não reproduz DVDs e Blu-rays de filmes. É necessário um aparelho apropriado para desfrutar do conteúdo desses tipos de discos.

Agora, o video game joga você!

Em meados de 2012, inúmeros rumores surgiram sobre um possível video game da Valve. Acontece que os boatos tinham certo fundamento, tanto que em 2013 surgiu o primeiro console baseado no Steam. Agora, um novo conceito chega para realizar o sonho de muitos. Trata-se do Steamatrix, um aparelho revolucionário que leva você para uma realidade virtual.

O Steamatrix é um console em forma de cadeira, o qual vai fazer seus sonhos se tornarem realidade. O lema aqui é: viva para jogar e jogue para viver. Há diversos games divertidos para a plataforma, desde títulos de corrida até games mais geniais como Braid — sim, com esse console-cadeira você pode voltar no tempo. Uma pena que ele é tão realista, pois, se você levar um tiro no jogo, sentirá o efeito na vida real.

AmpliarSteamatrix – O mundo virtual da Valve

Vale salientar que o Steamatrix tem algumas restrições quanto ao logout do sistema. Você não tem como sair do mundo virtual enquanto não encontrar uma máquina de datilografar e digitar o código secreto — peculiaridades para deixar a jogatina mais divertida. Curioso quanto ao hardware? Bom, não podemos revelar todas as especificações, mas a GPU Radeon UHD 3990 equivale a 12 placas AMD Radeon HD 7970 em CrossFire.

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Atenção: este artigo faz parte do quadro “Erro 404”, publicado semanalmente no Baixaki e Tecmundo com o objetivo de trazer um texto divertido aos leitores do site. Algumas das informações publicadas aqui são fictícias, ou seja, não correspondem à realidade.

Ilustração: Aline Sentone

Fonte: tecmundo

Como criar uma senha fácil e segura

Em poucos passos é possível criar códigos muito seguros para proteger suas contas na internet.

Mesmo com as constantes notícias sobre invasões de contas e ataques hackers a diversos sites – que incluem roubos de informações sigilosas –, ainda há uma grande gama de internautas que protegem seus perfis, emails e outros cadastros com senhas muito fáceis de serem quebradas. Palavras óbvias e sequências de números ainda são as mais utilizadas em todo o mundo.

Você já viu aqui mesmo no Tecmundo que utilizar senhas de fácil memorização (como “baixaki eh legal”) pode ser muito mais eficaz do que palavras-passe complexas como “j@4xD”. No infográfico que ilustra este artigo, trouxemos algumas dicas muito úteis de como fazer para criar uma senha simples, segura e que possa proteger suas contas com qualidade.

O que não fazer?

Lembre-se de que sua senha não pode ser óbvia. Caso ela seja, certamente você não será o único que conseguirá acessá-la. Esse tipo de código não sofre tanto com ataques de robôs programados para testar milhares de senhas por minuto, mas pode ser quebrado por pessoas mal-intencionadas que já conhecem as vítimas.

Sequências também não devem ser utilizadas, mas pelo motivo contrário ao mostrado acima. Outras pessoas dificilmente conseguirão decifrar uma senha como “zxcvbnm”, mas qualquer software programado para a quebra de códigos terá resultados em poucos minutos. Para você entender melhor, há três tipos principais de ataques hacker:

  • Força bruta (robôs que fazem combinações de letras);
  • Palavras comuns (utilizando apenas palavras reais);
  • Ataque de dicionário (envios de tentativas com até 500 mil palavras existentes nos dicionários).

Fonte: tecmundo

Pensamentos filosóficos explicados de forma simples

Artes de Alvin Lee

Artes com traços de quadrinhos e games.

Raio-X de controles de videogame

Excelente análise sobre o excelente Show de Truman

truman

Nos noticiários de televisão preste atenção à regularidade com que notícias veiculadas são derivadas de câmeras de segurança instaladas em prédios, vias públicas, repartições governamentais, empresas, elevadores… Repare também que a disseminação dos telefones celulares com câmeras é um dos recursos que tem abastecido os jornais da TV e da internet. Na realidade o fenômeno da postagem de vídeos popularizado principalmente a partir do advento doYouTube faz com que cada vez mais as mídias tradicionais recorram à internet na busca por vídeos que venham a compor seus programas. E isso não ocorre só com os noticiários, estas publicações espontâneas e amadoras ganham espaço em programas de auditório, de esportes, de entrevistas, em humorísticos…

George Orwell, escritor inglês que se notabilizou a partir da publicação de clássicos como “A Revolução dos Bichos” e “1984”, já previa a proliferação das câmeras pela sociedade. E ia além disso, pois compreendeu ainda nos anos 1950 que o uso acentuado deste recurso poderia ser ostensivo e que, de algum modo, iria atentar contra as liberdades individuais e a própria espontaneidade das pessoas. Cerceadas por câmeras, que poderiam ter imagens gravadas e utilizadas contra si, as pessoas teriam que agir dentro dos conformes ditados pela sociedade, empresas, governos e todo órgão representativo que de algum modo tivesse autoridade sobre elas.

Outro elemento cultural clássico que resgata este controle se disseminando socialmente a partir de câmeras instaladas aqui, lá, acolá e em qualquer canto do mundo é “Brazil, o filme”, de Terry Gilliam. Novamente a opressão ganha forma a partir do momento em que as câmeras acompanham as pessoas em todos os passos que dão. Seja em casa, nas ruas, no trabalho ou no lazer há sempre algum olho eletrônico bisbilhotando suas ações e, mesmo, escutando o que você diz. O pior é que tudo isso pode ser usado contra você. A favor também, mas cabe ao controlador das imagens definir se assim o fará ou se omitirá partes que sejam convenientes para sua defesa e extrapolar na exposição de trechos recortados que o coloquem em situação difícil.

“O Show de Truman” (1998), realizado por Peter Weir (diretor de “A Testemunha” e “Sociedade dos Poetas Mortos”, entre outros) e estrelado por Jim Carrey, é também uma produção cinematográfica que elabora ao longo de seu desenvolvimento, apesar do tom aparentemente cômico, severa crítica ao Big Brother (expressão esta que foi criada por Orwell para designar o governo autoritário que por meio das câmeras monitorava seus cidadãos) que cada vez mais impera no planeta.

Tendo em vista que a própria terminologia Big Brother foi desprovida de sua conotação crítica inicial, dada por Orwell em “1984”, e considerando-se que tenha virado show televisivo em que pouco mais de uma dezena de participantes vive em uma casa durante aproximadamente 3 meses sendo constantemente monitorados e em disputa por prêmio milionário, é preciso resgatar Truman e pensar a respeito desta relação de proximidade com o olho eletrônico que é cada vez mais presente.

O sentido do termo privacidade, trazido a nós pelos dicionários, elucida que se trata da intimidade, do necessário e fundamental espaço para que tenhamos nossas particularidades respeitadas, sem que qualquer tipo de olhar alheio intimide. Isto não quer dizer que a privacidade seja o espaço básico e vital onde podemos fazer tudo o que quisermos e que, assim sendo, possamos, por exemplo, burlar leis, a moral, os princípios éticos, a cidadania e, principalmente, o respeito ao próximo, ao outro.

Espera-se que a família, a educação, o trabalho, a convivência social em todas as suas esferas seja capaz de orientar os atos das pessoas para que, desta forma, mesmo em sua intimidade e privacidade, sejam capazes de agir de forma correta, socialmente aceita e que não cause repercussões negativas para quem quer que seja.

“O Show de Truman” é um filme caricato, que busca ser sensível a ponto de comover o público em relação à história de um homem que nasceu num mundo de faz de conta, em um imenso estúdio de televisão no qual todos são atores, exceto ele. A hiperexposição às câmeras é ingrediente fundamental na história. A interpretação como elemento de relação humana basilar é outra característica presente o tempo todo. Como em cena, no que deveria ser simplesmente a vida de Truman (Jim Carrey), todos os participantes, exceto o protagonista, cumprem roteiros pré-estabelecidos, assumem papéis que lhes foram designados por um ou mais roteiristas e não têm escolha quanto às falas que trazem diante das câmeras e são vistas por milhões de telespectadores.

A esposa de Truman o ama diariamente diante de todo o público que acompanha a vida de seu marido desde o seu nascimento. Esse amor, assim como todo o romance prévio que os encaminhou para a vida conjugal foi previsto pelos escritores que foram concebendo a trajetória do astro do show. Estrela de TV que nem sabe ser esta a sua principal razão de existência. Assim como a esposa, os amigos, os colegas de trabalho, os comerciantes, as pessoas que andam pelas ruas e tudo o mais são impostores para Truman. O problema é que ele não sabe de nada disso e, sendo assim, aquela é a vida como ela é, ao menos para ele.

Quando realizamos a transposição de sua história para os dias de hoje, em que o monitoramento das pessoas é cada vez maior, não apenas pelas câmeras, mas também pelos computadores, através dos hábitos de consumo, por extratos bancários, nas redes sociais e/ou em qualquer tipo de informação que possa ser rastreada, é possível fazer a analogia com Truman.

Até mesmo quanto ao fato de que as pessoas assumem papéis diante dos outros e que, mesmo nós, assim o fazemos tantas vezes. Nas redes sociais, por exemplo, quantas pessoas diariamente, pelo mundo afora, apregoam perfis que não são realmente condizentes com o que pensam, com a vida que levam, com as atitudes que tem?

O ‘Câmera Brother’, que não é tão “brother” assim, pois assiste em busca de falhas, imperfeições, defeitos e erros que todas as pessoas certamente têm ou cometem, está logo ali, no corredor ou no elevador a lhe monitorar. E se rimos de videocassetadas que se disseminam pelas redes de TV ou na web, ao mesmo tempo temos que nos dar conta de que há o outro lado da moeda, aquele no qual as imagens não são cômicas e sim trágicas e dramáticas.

Se por um lado as imagens podem também contribuir para a sociedade, pela identificação de pessoas que não respeitam as leis (como nos casos de corrupção filmados e trazidos a público e que demandam ações judiciais contra os infratores) ou ainda por conta do rastreamento de ações de violência e vandalismo, somente para ficar nos casos mais evidentes de contribuições trazidas pelos olhos eletrônicos onipresentes, o que se faz necessário é saber até onde vai a invasão de privacidade que assola ambientes públicos e privados e como se deve regular esta exposição demasiada e invasiva.

A vida humana não pode ser devassada da forma como acontece em “O Show de Truman”. A ficção ali não é inspiradora no sentido das ações que diretores, técnicos, roteiristas e telespectadores assumem quanto à vida de um pobre homem, inocente quanto a todo o circo que o rodeia.

É nesta seara que a escola precisa e pode pensar “O Show de Truman”. Há outras, é claro, mas questões elementares relacionadas aos direitos individuais dos cidadãos, previstos em leis existentes no Brasil assim como em outras nações, tornam-se fundamentos a serem conhecidos para que os estudantes de hoje e de amanhã se posicionem quanto à violação de seus mais elementares instrumentos de cidadania. A preservação da identidade, dos valores, das preferências políticas, das bases éticas e morais, da cultura original e de tudo que se refere ao ser em sua essência não podem ser devassados pelos olhos eletrônicos do Grande Irmão.

GEEK.ETC.BR uma loja nerd em São Paulo

Atenção maníacos Paulistas, São Paulo recebe loja da Livraria Cultura dedicada exclusivamente ao público geek.

Hoje a Fernanda Felício do blog anyotherthing e eu visitamos a nova loja da Livraria Cultura voltada para o público nerd, a GEEK.ETC.BR.

A loja é pequena se comparada a mega tradicional loja da Cultura também localizada no Conjunto Nacional, na avenida Paulista. Todavia, mantendo o padrão de bom atendimento da Livravria os atendentes são além de atenciosos, profundos conhecedores dos produtos em exposição. Já pensando em escrever uma matéria sobre o local fui disposto a servir de beta tester para os maníacos de plantão. Para a minha grata surpresa eles estão por dentro da cultura nerd, e muito além disso. Ele citam referencias nerds  tanto culturais como comerciais em relação aos seus produtos. Quase tive um orgasmo!

Pensando em geração Y, somos um mercado que não se contenta com o preço nacional e não vê muitas dificuldades em buscar nossas vontades em sites estrangeiros, realizar pedidos à milhares de quilômetros de distância ou esperar do lado de fora de uma loja por horas e com chuva para adquirir aquele celular, jogo, livro, DVD, brinquedo e ou HQ tão esperado.

O fato de o local ter pouco mais de 200 metros quadrados dividídos em 2 andares com ótimo atendimento torna o local bem intimísta. A escada espiral leva você para o andar das HQ’s e mangás, esses últimos disponibilizados em caixas horizontais no maior esquema “loja do Stuart” de The Big Bang Theory. Outro ponto positivo é a decoração do local, com belos pôsters e um Batman em tamanho (mais que) real.

O Bruce Wayne Batman é mais alto do que eu imaginava…

Geek.Etc.Br promete virar um espaço obrigatório pra qualquer nerd que dê uma passada pela Avenida Paulista. Mas uma coisa é certa: o público é exigente e vai querer exclusividades ou coisas interessantes pelo preço que é cobrado. A localização filtra o público e os preços são de shopping. Pagamos por um atendimento diferenciado e um local agradável, portanto esperamos constantes atitudes diferenciadas daqui pra frente. Lançamentos exclusivos, madrugadas de pré-venda, brindes divertidos, tardes de autógrafos… as opções são inúmeras.

Clique nas imagens da galeria para amplia-las!

Finalmente depois de tantas lojas de MERDA uma loja de NERD em São Paulo!

10 comerciais antigos de videogame #EpicPost

Tava lendo o DISCORRA.COM como faço todos os dias e achei esse post que me fez ter uma overdose de nostalgia. Trata-se de 10 propagandas antigas de videogame

Super Nintendo

Atari XE Game System

Atari 2600

Vectrex Console

Atari Lynx

Intellivision Video Game System

 

Magnavox Odyssey

 

Panasonic 3DO Video Game System

 

Sega Saturn Game System

 

Sega Master

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