Fantasma do SOPA ainda vive, e agora se chama ACTA

Acordo internacional assinado em segredo prevê leis mais rígidas para defesa de direitos autorais e combate à pirataria.

No último final de semana, enquanto o mundo respirava aliviado após o arquivamento do SOPA, um grupo de países que inclui o Estados Unidos, Canadá, Japão, Austrália e Nova Zelândia assinou o ACTA. O pacote que também prevê leis mais rígidas para defesa de direitos autorais e combate à pirataria é menos abrangente que a lei americana, mas igualmente incisivo.

Tomando apenas o lado dos detentores e criadores de conteúdo, o Anti-Counterfeiting Trade Agreement (Acordo de Comércio Anti-Pirataria) estipula que os países signatários criem leis nacionais mais rígidas, que garantam a retirada de conteúdo ilegal da internet. Para isso, a privacidade de usuários pode ser invadida e o infrator pode se ver obrigado a ressarcir parcelas de lucro, além de receber multas e penas legais.

O ACTA também aumenta a gravidade de crimes como a gravação de imagens a partir de telas de cinema ou a quebra de mecanismos de DRM, que garantem a legitimidade dos conteúdos executados pelos usuários. A vigilância na distribuição física de conteúdo pirateado também seria intensificada.

Para o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o ACTA é um segredo de segurança nacional. Isso explica o porque o projeto seguiu – e continua correndo – em segredo, com partes de seu texto sendo liberados por meio de vazamento na internet. De acordo com especialistas, o pacto pode ser empurrado para os países mais pobres em troca de vantagens comerciais.

Segundo o Itamaraty, o Brasil não assinará o ACTA. De acordo com Kenneth Félix Haczynski, diretor da Divisão de Propriedade Intelectual do órgão, o pacto tem pouca legitimidade por ter sido negociado de forma restrita. Segundo ele, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o acordo não deve ser importo ao nosso país.

Fonte: TecMundo

Anonymous coloca arquivos da Sony à sua disposição

O Anonymous é uma comunidade online descentralizada, que atua de forma anônima na Internet realizando hacktivismo colaborativo, através de protestos e outras ações on-line, muitas vezes com o objetivo de promover a liberdade na Internet e a liberdade de expressão.

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A última ação do grupo, colocada no ar agora há pouco, foi disponibilizar boa parte da discografia da Sony Music on-line aqui, para as pessoas baixarem de graça.

Tem muita coisa boa, como:

AC/DC

Aerosmith [TORRENT]

Alicia Keys [TORRENT]

Beyoncé Knowles [TORRENT]

Christina Aguilera [TORRENT]

Earth, Wind & Fire [TORRENT]

Foo Fighters [TORRENT]

George Michael [TORRENT]

Iron Maiden [TORRENT]

Jimi Hendrix

Joe Satriani [TORRENT]

Pink Floyd

Santana [TORRENT]

Stevie Wonder [TORRENT]

 

iPhonus – O iPhone do Harry Potter

Eu vi esse post hoje quando eu passei pelo Byte Que Eu Gosto.

Na verdade é a estampa de uma camiseta e custa US$30.

SOPA e PIPA foram retiradas da pauta do congresso americano

No ano passado os projetos de lei SOPA e PIPA foram sugeridos no congresso americano. Elas acabaram recebendo bastante atenção da mídia por causa da censura prévia e estado de vigilância que ela sugeria aos provedores americanos. E devido às duras críticas que os projetos receberam, eles foram retirados de pauta do congresso e não vão mais ser votados.

Projetos de lei "SOPA e PIPA" são retirados da pauta do Congresso Americano (Foto: Reprodução/arstechnica)

O primeiro a ser arquivado foi o PIPA, que seria votado no dia 24 desse mês. O líder do senado americano, Harry Reid, disse que o projeto não seria votado do jeito que estava sendo proposto. Pouco depois, o principal idealizador do SOPA, Lamar Smith, abandonou e arquivou o projeto, dizendo que ele precisava ser revisto.

As duas foram arquivadas um dia depois de um enorme protesto organizado por grandes sites como o Google, Wikipédia e Reddit. Alguns deles retiraram suas páginas do ar como forma de sensibilizar seus usuários sobre o problema. A tática parece ter funcionado.

A ideia dos projetos, no entanto, podem aparecer novamente na forma de uma nova lei. Mas por causa da péssima impressão que a SOPA e PIPA causaram na Internet, dificilmente veremos elas saírem dos arquivos.

Fonte: arstechnica

6 alternativas gratuitas ao Megaupload

O Megaupload é um dos serviços mais usados para guardar dados na nuvem de internet, ele é responsável por mais de um quarto das transferências de arquivos corportativas e por quase metade de todas as tranferências da internet. Mas ele não é o único. Connheça outras seis alternativas seguras e rápidas para compartilhar arquivos e manter os dados em segurança.

DropboxQuando se fala em armazenagem na nuvem, o carro chefe é o Dropbox. O serviço, que oferece uma conta de 2GB sem custos, pode ser acessado tanto através do software, quanto através do webware. Depois de instalado no PC, o programa cria uma pasta para ser sincronizada. Basta gravar ou copiar um documento nesse local para que o arquivo seja transferido ou compartilhado, automaticamente, para os PCs que usam a mesma conta do Dropbox ou amigos. Para deixar o programa ainda mais interessante, vale dizer que o Dropbox roda em Windows, Linux e Mac, e realiza a sincronia mesmo entre máquinas com sistemas diferentes. Baixe o Dropbox no Downloads INFO.

SugarSync – É um programinha para criar um backup, sincronizar arquivos entre PCs, notebooks e smartphones e compartilhar pastas de dados com amigos. Ao ser instalado, o SugarSync adiciona um gerenciador no PC e exige que o usuário faça um cadastro do usuário para funcionar. Feito isso, o software permite que o usuário selecione quais pastas no PC devem ter os arquivos sincronizados com os servidores do SugarSync na nuvem.  Caso o internauta tenha o programa instalado em outro PC ou no smartphone, os arquivos que estão na pasta são sincronizados entre os dispositivos automaticamente. O serviço, acessado pela página oficial do SugarSync, pode ser visualizado de qualquer parte do mundo e, ainda, oferece recursos para o usuário editar arquivos de textos e planilhas eletrônicas remotamente. O SugarSync oferece, gratuitamente, 5 GB de espaço. Se o espaço for pouco, o internauta pode aumentá-lo de duas maneiras. A primeira é chamando novos amigos para usar o serviço (neste caso, o usuário ganha mais 500 MB para a conta). A segunda é comprando um dos quatro pacotes de storage, com preço inicial de 4,99 dólares por mês. Baixe o SugarSync no Downloads INFO. 

SkyDrive Se você se encaixa entre os usuário que desejam, acima de tudo, capacidade de armazenamento, o SkyDrive é a melhor escolha. Mantido pela Microsoft, ele oferece 25 GB de espaço gratuito para guardar qualquer tipo de dado. Para acessá-lo, o usuário precisa ter apenas uma conta no Windows Live. Ele não conta com software para o upload de dados, mas conta com uma fácil interface de arrastar-e-soltar. O serviço pode deixar os dados em quatro situações: pública, “Somente eu”, “Minha rede” – na qual os amigos virtuais do usuário podem acessar – e “Pessoas selecionadas”. Por conta dessas características, o usuário deve ficar atento ao status que fornece aos dados armazenados no SkyBox. Acesse o SkyDrive pelo Downloads INFO.

RapidShare – O popularíssimo RapidShare considera usuário bom aquele que paga pelos seus serviço – o plano mais barato custa 9,99 euros por um mês. Quem recorre ao download de arquivos gratuitos é atendido com uma demorada transferência. Isso quando funciona, pois às vezes o sistema avisa que não há slots disponíveis para a conexão. Além disso, entre um download e outro, deve-se esperar 15 minutos em média. Para o upload, entretanto, o RapidShare manda bem: basta entrar na página principal, encontrar o arquivo e clicar no botão de transferência. Quando acaba, o site gera um link. O serviço tem uma área com games e farto conteúdo multimídia. Acesso-o pelo Downloads INFO.

4SharedO serviço requer cadastro gratuito para ser usado, mas quem tem conta no Google pode utilizar seu login e sua senha para se conectar ao serviço sem demora. Com exceção do problema do cadastro, o 4Shared é um dos mais completos sites para download e upload de arquivos. Como uma espécie de desktop virtual, permite a adição de arquivos por pastas. O serviço suporta upload de múltiplos arquivos concomitantemente. O buscador do 4Shared é bastante eficiente, encontrando arquivos soltos descompactados. Acesso-o pelo Downloads INFO.

Boxify.me – É um serviço online que utiliza o sistema na nuvem para compartilhamento de arquivos de até 50 MB. O diferencial dele comparado a todos os outros sites do gênero já existentes está no uso dinâmico, totalmente online e sem exigir login. Ao entrar no site, o usuário verá que para fazer upload de seus dados, não precisará criar conta nem realizar nenhuma instalação. Esse é o maior ponto positivo da ferramenta, principalmente porque torna o processo de seleção, envio e compartilhamento muito mais eficiente.Outro ponto de destaque está na possibilidade de personalizar o endereço da página onde o usuário sobe seus arquivos. A falta de cadastro pode se tornar um ponto negativo também, pois dessa maneira não há muita privacidade durante o uso do serviço. Portanto, é muito importante tomar cuidado antes de subir algum arquivo para o site, principalmente se ele for confidencial. Acesse o serviço no Downloads INFO.

Fonte: INFO

Brasil registra 159 ataques em 24 horas

O Brasil entrou na rota dos piratas da internet. Sites brasileiros sofreram, nas últimas 24 horas, 159 ataques, de acordo com o monitor da web em tempo real da consultoria Akamai.

Hackers fazem um movimento mundial para derrubar páginas da web como forma de protesto contra ações do governo dos Estados Unidos de conter a pirataria na internet, como o fechamento do Megaupload, maior site de compartilhamento de dados do mundo.

O grupo Anonymous no Brasil informou ter feito ataques durante a madrugada a domínios que pertencem ao governo do Distrito Federal, o df.gov.br. Por volta do meio dia, no entanto, o site institucional funcionava normalmente.
Outro grupo hacker, o Ghost of Threads, assina a invasão ao site da cantora Paula Fernandes, da gravadora Universal Music. O site internacional da gravadora, aliás, também está inacessível desde sexta-feira. A página da cantora ficou fora do ar até por volta das 13 horas e trazia uma mensagem em inglês dos invasores: “Se o Megaupload caiu, você também caiu.

Grupos hackers vêm promovendo uma série de ataques na última duas semanas. Na noite de sexta, os piratas invadiram a página da presidência da França, que agora voltou ao normal. Na quinta-feira, eles derrubaram o site do Departamento de Justiça norte-americano, ao qual está vinculado o FBI. O órgão de investigação tirou do ar o Megaupload e prendeu o fundador da empresa, Kim Schmitz, por violação às leis norte-americanas antipirataria.

De acordo com o monitor da Akamai, os países onde houve maior número de ocorrências nas últimas 24 horas, foram os Estados Unidos (335), Taiwan (218), Rússia (180) e China (168). Em seguida vem o Brasil. Na Europa, foram 280 ataques.

Entenda o caso – A discussão sobre o combate à pirataria na internet se intensificou nas últimas duas semanas nos Estados Unidos, por causa de propostas de nova legislação sobre o tema e da ação do FBI, em parceria com a polícia da Nova Zelândia, para fechar o Megaupload.

A ofensiva contra os piratas desencadeou dois tipos de resposta. Os gigantes do mundo digital, como Google e Facebook, se disseram simpáticos às medidas antipirataria, mas ponderaram que é importante impedir que novas leis extrapolem esse objetivo e se tornem ferramentas de cerceamento da internet, ao mudar a lógica e a arquitetura da rede. A pressão fez com que dois projetos sobre o assunto, os já célebres Sopa e Pipa, fossem retirados da pauta do Congresso americano.

De outro lado, grupos hackers, contrários a qualquer tipo de controle, lançaram mão de suas tradicional arma, a invasão de sites. Nesse caso, contudo, o discurso “libertário” não faz mais do que dar suporte a uma atividade criminosa.

Fonte: Revista INFO

O impacto das mídias sociais

O Facebook ainda é a rede social dominante em termos de marketing, mas o Twitter está estreitando a lacuna, de acordo com uma pesquisa com mais de 700 profissionais realizada recentemente pela Wildfire Interactive. Um total de 94 por cento dos entrevistados usam o Facebook em seus esforços de marketing de mídia sociais, mas o Twitter não ficou muito atrás, com74 por cento.

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