Cartazes de filmes por Olaf Cuadras

Achei muito bacana a forma como o ilustrador e diretor de arte Olaf Cuadras restratou estes cartazes de filmes.

Para ver mais cartazes visite o site de Olaf Cuadras.

Cubelets: os cubos robóticos mais legais do mundo

Agora robótica vai ser uma coisa divertida. A ideia é que as crianças aprendam de forma lúdica e intuitiva!

Se você quer que seus filhos cresçam com conhecimento e interesse em robótica – e puder gastar pelo menos 200 dólares em um kit básico –, vai querer que ele brinque com os Cubelets. Criados pela MadRobotics, os cubos mecatrônicos possuem uma série de funções e podem ser conectados entre si para formarem uma grande gama de funcionalidades.

Como fica claro no vídeo, existem três tipos de cubos nos kits. Os cubos de ação (Action) são responsáveis pela movimentação das peças, pela iluminação e também por capturas de voz, por exemplo. Os de sensores (Sense) identificam a presença de objetos ou outros elementos para interagir (ou desviar). Por fim, os de inteligência artificial (Think) são os que controlam todo o sistema.

Os Cubelets podem ser encontrados no site da própria fabricante, sendo que os kits básicos podem ser comprados por 160 dólares (290 reais), com apenas seis cubos. Kits mais completos, com 20 peças, podem ser encomendados por 520 dólares (950 reais). Sempre lembrando que as taxas de importação não estão inclusas no preço.

Fonte: Tecmundo

Melhores capas da Marvel por Alex Ross

Eu gosto muito de quadrinhos, e os vejo como forma de literatura e arte.

Entre meus ilustradores favoritos com certeza esta Alex Ross. Seu talento e grande competência o permitem executar trabalhos para Marvel e para DC também.

Se deliciem com as quatro capas selecionadas. Para conhecer mais de seu trabalho acesso seu site.

Teenage Mutante Ninja Kitty

Logos redesenhados

Facebook distribui cartões de débito Visa para hackers do bem

Cartão tem como meta atrair desenvolvedores em caça de bugs na rede social.

Se você ainda tem planos de conseguir aquele convite VIP para uma das festas particulares do Facebook ou fazer alguns milhares a mais no final do mês, Zuckerberg pode ter planos para o seu talento. Recentemente o Facebook fez uma parceria com a Visa e criou um cartão de débito conhecido como White Hat Black Card.

A ação pretende servir como uma forma criativa de remunerar quem encontra e reporta brechas de segurança à empresa. Não é uma idéia nova. A Mozilla lançou o mesmo tipo de programa em 2004, assim como a Google que até hoje remunera qualquer um que encontrar problemas com o Chrome.

Algumas pessoas fazem milhares de dólares relatando apenas um único problema com o código de um projeto conhecido e seus criadores raramente deixam uma boa recompensa passar em branco. O Facebook tem procurado ser ainda mais inventivo em sua forma de agradecer por este tipo raro (e caro) de trabalho.

Em julho de 2011 a rede social lançou o seu Programa de Compensação para White Hats e pesquisadores de segurança, com recompensas que vão desde US$ 500 até qualquer outro valor exorbitante, correspondente ao tamanho do bug encontrado.

“Alguns dos nossos melhores engenheiros vieram trabalhar aqui após apontarem falhas de segurança em nosso website” — informa Alex Rice, líder do time de segurança do produto para o Facebook.

Um exemplo conhecido foi a contratação do garoto George Hotz (geohot), conhecido por sua atuação da cena de jailbreaking do iOS e do PS3 e que agora trabalha de fato para o Facebook no departamento de segurança geral da plataforma.

Outros exemplos recentes são os de Neal Poole, aluno da Brown University que em breve deve fazer um estágio no Facebook após relatar à empresa pelo menos uma dúzia de falhas; e o polonês Szymon Gruszecki, pesquisador de segurança e tester de penetração e vulnerabilidades. Ambos tem um dos tais cartões de débito oferecidos pelo Facebook.

Além de ser possível retirar dinheiro em qualquer caixa eletrônico, o cartão poderá também servir como uma espécie de ingresso privilegiado para eventos especiais da empresa. Mas não sem levantar alguns argumentos. Afinal, White Hats são criaturas não muito compatíveis com clubes, cultos e outras fanboyzices do gênero.

O Facebook quer fazer com que todas as pessoas que colaboram sensivelmente com a segurança da sua rede e dados sejam publicamente reconhecidas pelo seu trabalho, destacando-as da maioria e construindo um culto ao redor da possibilidade de entrarem para a melhor das listas da casa. Mas você ia mesmo querer um?

Quer dizer: hackers de chapéu branco, com um cartão de débito preto… do Facebook.

Será que pega mesmo?

“Eu não acho que usaria esse cartão dessa maneira [em convenções como a Black Hat ou a DefCon]. Eu provavelmente seria clonado na hora; ou então ficaria pensando que apenas mostrar o cartão já o transformaria em um alvo” — disse o jovem Poole à Brian Krebs, colunista de segurança, em seu blog.

 

Fonte: Tecnoblog

Já foi criada uma vila para pessoas com alergia de Wi-Fi

Doença é reconhecida pela Organização Mundial de Saúde. Os sintomas são vermelhidão, formigamento e queimação, entre outros…

Você já ouviu falar de alguém que tenha alergia a Wi-Fi ou celulares? Provavelmente não. Mas uma cidade chamada Green Bank, na Virgínia, EUA, é um abrigo para aqueles que acreditam sofrer com a radiação eletromagnética emitida por esses dispositivos.

De acordo com a BBC, Green Bank possui 143 moradores. Porém, lentamente, ela está se transformando em um abrigo. Os que acreditam sofrer de Hipersensibilidade Eletromagnética (EHS), causada pela exposição a campos eletromagnéticos emitidos por celulares, Wi-Fi e dispositivos eletrônicos, vão para lá.

A aldeia foi criada na U.S. National Radio Quiet Zone, área onde as transmissões sem fio são extremamente restritas, para não haver interferência com radiotelescópios. Esse local possui cerca de 13 mil km² de extensão.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) reconhece a EHS como “uma doença real e que pode variar muito em sua severidade”. Os sintomas apresentados vão desde vermelhidão, formigamento e sensação de queimadura na pele até fadiga, cansaço, dificuldade de concentração, tonturas, náuseas, palpitações cardíacas e distúrbios digestivos.

Se o eletromagnetismo causa ou não esses sintomas, ninguém afirma ao certo. A OMS não oferece critérios de diagnóstico claros e, muito menos, diz se os sintomas podem ser relacionados com os campos eletromagnéticos. Porém, segundo Diane Schou, moradora de Green Bank, o local faz com que as pessoas se sintam melhor.

Segundo Schou, “viver no Green Bank me permite ser mais do que apenas uma pessoa normal. Posso estar ao ar livre, sem ter que viver em uma gaiola. Eu posso ver o nascer do sol, as estrelas à noite, a chuva. Aqui, posso estar com as pessoas, pois elas não têm celulares e posso me socializar”, completa.

Fonte: Olhar Digital

Poster d”Os Vingadores

15 bandas que são NERDs, mas você não sabia

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