Battlefield 3 – Análise

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Desde que foi mostrado pela primeira vez, a minha expectativa pelo Battlefield 3 foi do mais alto patamar até um quase total desinteresse. Isso aconteceu porque a partir do momento em que o jogo foi lançado vi algumas análises criticando a sua campanha principal e várias pessoas reclamando da sua falta de originalidade, mas ainda assim resolvi arriscar e posso dizer que valeu a pena.

Apesar de contar com um modo singleplayer curto e com enredo batido, gostei da maneira como a história foi contada, em flashbacks, além de apresentar algumas reviravoltas  e embora os momentos marcantes sejam menos impactantes do que os vistos na série Modern Warfare, eles estão presentes, como na missão em que estamos a bordo de um F/A-18 Hornet, ao vermos dezenas de paraquedistas russos saltando sobre um descampado ou mesmo o trecho final.

Há de se mencionar no entanto que, embora estejam no contexto, boa parte dessas passagens parecem estar ali mais para mostrar o poder da engine Frostbyte 2 e por falar nela, é inegável que se trata da grande estrela do jogo. Se no Playstation 3 o game já é muito bonito, fico imaginando como ele ficaria num computador topo de linha, rodando com todas as configurações no máximo e apresentando efeitos de partículas, sombras e iluminação em sua plenitude.

O aspecto negativo em relação a engine é justamente aquilo que mais me agradou nos dois Battlefield: Bad Company, a destruição dos cenários. Infelizmente no BF3 a maioria das paredes voltaram a ser locais seguros e não vemos mais casas e grandes estruturas vindo ao chão após serem alvejadas e pelo menos no console o surgimento repentino de objetos na tela (também conhecido como Pop-in) incomoda um pouco.

Outro aspecto técnico que chama a atenção são os efeitos sonoros. Se no CoD: Modern Warfare 3 a trilha sonora é um espetáculo a parte, aqui os sons das explosões e tiros são os destaque e o tema da série ajuda a tornar certas situações mais épicas.

Por enquanto não me arrisquei nos modos online do jogo, mesmo sabendo que é aí onde estão os maiores elogios feitos ao Battlefield 3. Para mim o mata-mata da série sempre foi o melhor do mercado, exigindo mais coordenação entre as equipes e sendo mais receptivo aos novatos, provavelmente devido aos mapas maiores que nos dão mais tempo para pensar, além de gerar partidas menos frenéticas do que as vistas em um Call of Duty e caso o estilo tenha sido mantido aqui, creio que gostarei de jogar online, algo raro ultimamente.

Para mim o Battlefield 3 mostrou-se uma grata surpresa. Talvez porque eu tivesse diminuído bastante minha expectativa em relação a ele, mas o fato é que não achei sua campanha assim tão ruim, mas se o seu multiplayer me divertir tanto quanto os de outros títulos da série, então para mim o jogo merecerá um lugar entre os melhores do ano.

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Fonte: MeioBit

Sobre Thiago Gamito
É comunicador, músico, eco-chato, provocador, meio nerd e maníaco por compartilhar. Esta sempre pronto para um apocalipse zumbi ou uma invasão alienígena.

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