2011: o ano do android

Retrospectiva 2011 – A primeira notícia do ano sobre o sistema operacional para smartphones do Google foi ao ar no dia 4 de janeiro. Na época, cerca de 40% dos consumidores compraram aparelhos com Android, contra 26,9% que optaram pelo iOS e 19% que adquiriram aparelhos com Blackberry OS. O forte início de ano fez com que previsões bastante otimistas fossem criadas. Para a sorte (ou competência) do Google, muitas se concretizaram.

Muito já havia mudado desde outubro de 2008, quando o estranho G1, da HTC, surgiu como o primeiro aparelho com Android, um sistema com alguns aspectos diferentes em relação ao que já existia, mas que não contava com multitoque nem mesmo teclado virtual.

De lá para cá os usuários puderam se aventurar por um mar de doces: Cupcake (2009), Donut (2009), Eclair (2009), Froyo (2010), Gingerbread (2010), Honeycomb (fevereiro de 2011) e, por fim, a Ice Cream Sandwich.

Com o passar do ano, e dos aparelhos, o pequeno androidezinho verde tratou de ampliar seu território, atingindo 550 mil ativações de aparelhos em julho. Em novembro, 52% do mercado mundial de smartphones era composto por aparelhos rodando o sistema operacional do Google.

O terceiro trimestre de 2011 registrou a marca de 115 milhões de smartphones vendidos, segundo números da empresa de análise de mercado Gartner. A Samsung assumiu a posição de empresa líder do segmento, impulsionada pelas vendas da linha Galaxy S. o Android liderou o período com 52,5% da preferência dos usuários (60,4 milhões de unidades); o Symbian apareceu na segunda posição, com 16,9% do mercado (19,5 mi de unidades); seguido do iOS, com 17,2% do mercado (15 mi de unidades).

No dia 3 de fevereiro o INFOlab testou o primeiro smartphone do ano com Android 2.1, o Spice, da Motorola. Com uma tela de 3 polegadas, o smartphone rodava o sistema com um processador de 528 MHz de um só núcleo. Atualmente o Galaxy Note ocupa a dianteira na corrida com um processador dual-core de 1,4 GHz.

Até o Honeycomb surgir em março com o Xoom, os tablets com Android enfrentavam duras críticas por seu sistema de smartphone rodando em uma telona. De fato a experiência ainda não acompanhava o hardware. Felizmente o desenvolvimento do Android 3 evoluiu, se somou à necessidade de fazer frente ao iPad 2 e em outubro os dispositivos com Honeycomb já somavam 6 milhões ao redor do mundo.

Os desenvolvedores acordaram para a plataforma e a oferta de aplicativos cresceu. Este mês a Android Market atingiu 10 bilhões de downloads, número ainda inferior à AppStore, da Apple. A quantidade de transações chamou a atenção dos criminosos. As ameaças virtuais a aparelhos com Android cresceram 400% em um período de seis meses. Aplicativos que sequestravam dados dos usuários foram identificados, gerando inúmeras controvérsias com o sistema de aprovação da loja.

Para 2012 as previsões não são muito diferentes, a não ser que o Windows Phone acorde de vez ao redor do mundo e abocanhe um pouco da fatia do Google.

Fonte: Revista INFO

Sobre Thiago Gamito
É comunicador, músico, eco-chato, provocador, meio nerd e maníaco por compartilhar. Esta sempre pronto para um apocalipse zumbi ou uma invasão alienígena.

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